Vila do Bispo

O único concelho banhado por duas costas

Vila do Bispo, único concelho do Algarve que tem praias em duas costas, de características diferentes, a ocidental e a sul. Inicialmente, uma aldeia medieval chamada Santa Maria do Cabo. O Rei D. Manuel I doou esta aldeia, no princípio do séc. XVI, ao Bispo de Silves. A partir dessa altura, o nome desta localidade passou a ser Aldeia do Bispo e, com a sua elevação a vila, no séc. XVII – Vila do Bispo. Na mesma altura, tornou-se também sede do concelho do mesmo nome, claro.

Vila do Bispo, como todo e qualquer pedacinho do território nacional, foi ocupado por diferentes povos, a partir da pré-história, que foram deixando as suas marcas, os vestígios da sua passagem, como os menires.

Também os Romanos se instalaram neste concelho, como aliás por todo o Algarve, sendo as provas dessa ocupação sobejamente conhecidas, embora mais significantes noutras zonas do Algarve. Aquando da reconquista cristã, empreendida por D. Afonso III, no séc. XIII, aquela província era ocupada pelos muçulmanos e foi, então, integrada no território nacional – punha-se então a necessidade de a povoar e, assim, confirmar a posse. Para além da "Aldeia do Cabo", outras localidades já existentes na altura, como Budens, Raposeira e Figueira são referidas em documentos régios, nos séc. XIII e XIV.

  • Onde?

    Vila do Bispo é um dos concelhos mais ocidentais da província e distrito de Faro tendo, como se disse duas frentes marítimas – a ocidental e a meridional. Qualquer das costas apresenta arribas que envolvem belas e amplas praias, embora na ocidental o mar seja mais “batido”, de ondas mais elevadas e fortes.
    Na ponta mais ocidental e ponto de encontro das referidas costas, também em arribas, temos o Cabo de S. Vicente e Sagres, com as suas fortalezas e faróis, tão importantes para a defesa da costa e do País, em tempos que já lá vão

    Vila do Bispo - Cabo S. Vicente - Sagres

  • O quê?

    A localização de Vila do Bispo, com o Cabo de S. Vicente e Sagres ali tão perto, ligado a figuras régias desde a reconquista cristã, aliado à morfologia das suas costas marítimas, levou àquele concelho personalidades muito importantes da nossa História, e maioritariamente relacionadas com a expansão marítima, com os descobrimentos. Também a defesa da nossa costa, durante a ocupação espanhola – perto da nossa costa, naquela região tiveram lugar grandes batalhas entre ingleses e espanhóis – o famoso corsário e navegador inglês Francis Drake, almirante, no tempo da rainha D. Isabel I de Inglaterra, investiu contra Lagos e Sagres, depois de ter atacado a armada espanhola, no porto de Cádis. Séculos mais tarde, também Lord Nelson travou uma batalha, que ficou na História como a Batalha do Cabo de S. Vicente, na qual ele venceu os espanhóis.
    Dos nossos ilustres e com fins menos bélicos, à partida, demandaram aquela zona o Infante D. Henrique, impulsionador das expedições marítimas que nos conduziram aos descobrimentos. Mais tarde, também o rei D. Sebastião demandou aquelas regiões, no caminho de Marrocos, para as suas expedições.
    O rei D. Carlos frequentou o concelho de Vila do Bispo e aquelas águas revoltas, nas suas campanhas oceanográficas não só para estudo do mar que banha as nossas costas, como também para estudo da fauna marítima.

    Vila do Bispo - o Infante e osw Descobrimentos

  • Património a descobrir

    Vila do Bispo
    - Igreja Matriz de Vila do Bispo – data de finais do séc. XVI, dedicada a Nª Srª da Conceição, embora inicialmente tivesse como orago Stª Maria do Cabo. Tem uma só nave assentando a decoração em azulejos e talha dourada, já do séc. XVIII. A capela-mor, é encimada por uma abóbada, podendo lá ser encontradas duas tábuas de finais do séc. XVI, que representam os Apóstolos S. Pedro e S. Paulo. Tem outras Capelas, como a de Nª Srª do Carmo, decorada com talha dourada de muito boa qualidade, tal como o Altar que lhe fica em frente. O teto é em caixotões pintados, com motivos espirituais. Na sacristia existe um Arcaz do séc. XVII.
    - Museu – instalado em sala anexa à Igreja Matriz, apresenta várias alfaias religiosas, paramentos e ainda alguns achados arqueológicos.



    - Fonte do séc. XIX
    - Monumento “Celeiro do Algarve”
    – até há 3 décadas, sensivelmente, Vila do Bispo era o concelho que mais cereais produzia

    Vila do Bispo - Monim. Celeiro do Algarve

    - Monumento “Homem do Mar” – para realçar que este é um concelho voltado para o mar

    Vila do Bispo Monum. Homem do Mar

    - Menires e Necrópole - no Monte dos Amantes
    - Igreja de Nª Srª de Fátima – em Hortas do Tabual

    Vila Bispo - Igr, Nª Srª de Fátima - Hortas do Tabual

    Freguesia de Barão de S. Miguel
    - Igreja Matriz de Barão de S. Miguel – data do séc. XVI. Tem uma só nave e torre sineira – o elemento mais notável da Igreja é o seu Altar-Mor, barroco, consagrado a S. Miguel Arcanj

    Vila do Bispo - Igr. Matriz de Barão de S. Miguel

    Freguesia de Budens
    - Igreja Matriz de Budens – data do séc. XVI, de uma só nave, tem como orago S. Sebastião. O interior, infelizmente perdeu a sua decoração de talha dourada desapareceu completamente depois de um sismo. Em 1969, depois de ter sido já destruída pelo de 1755 e depois reconstruída, tendo tido, posteriormente outras obras de restauro, antes de 1969. Possui, no entanto, algumas imagens em madeira, antigas, de que se destacam as de Nª Srª do Rosário, de S. Pedro, do Senhor Morto e de S. Sebastião, padroeiro de Budens

    Vila do Bispo - Igr. Matriz de Budens

    - Capela de Stº António – data do séc. XVII, com altar em talha, em que se destaca uma imagem do padroeiro, Stº António, escultura, em Madeira datada do séc. XVIII

    Vila do Bispo - Capela Stº Antº - Budens

    - Ermida de S. Lourenço, em Vale de Boi - data do séc. XVII. No interior existe um belo painel de azulejos, setecentistas, embutido no Altar-Mor – nele é reproduzida uma grelha, elemento de tortura em que morreu S. Lourenço.
    - Capela de Stª Elizabete – está reduzida a ruínas, que podem ser vistas na “Boca do Rio”. Teria sido construída na Idade Média.
    - Casa típica, caiada, com barra azul e duas pedras que servem de degraus com elementos de decoração manuelinos
    - Moinho – numa das ruas de Budens
    - Fonte, antiga e muito afamada, localmente
    - Boca do Rio – é um dos locais interessantes desta freguesia, onde se encontram três ribeiras – Budens, Vale de Boi e Vale Barão. Em tempos, aqui se cultivava arroz e aqui se vinha lavar a roupa e também se vinha a banhos.
    Junto à praia, existem restos de construções do séc. XVIII, da Real Companhia das Pescarias do Algarve e, dentro delas, um interessante Balneário romano. Junto, encontram-se outros vestígios deixados pela civilização romana.

    Vila do Bispo - Praia da Boca do Rio - Budens

    - Forte de S. Luis de Almádena – construído em 1632, foi uma das mais importantes fortificações desta costa que, no séc. XVIII chegou a ter três canhões. Foi abandonado militarmente em 1861 e encontra-se, neste momento em ruínas..

    Vila do Bispo - Forte de S. Luis de Almádena - Budens

    - Pegadas de dinossauros, em dois trilhos, próximo da praia de Salema
    - Necrópole, próximo da localidade de Figueira – é composta por lajes de pedra ruiva, datará dos séc. X e IX a.C. Perto, fragmento de um menir do IV-III milénios a.C. Também aqui foi descoberta uma estela, que se pensa ter sido funerária, evocativa de um guerreiro. Está visitável no Museu de Lagos
    - Forte de Stº Inácio do Zavial – séc. XVII, em ruínas
    - Forte de Vera Cruz – em Figueira, também séc. XVII, em ruínas
    - Forte do Burgau – séc. XVII, em ruínas

    Freguesia de Raposeira
    - Igreja Matriz da Raposeira
    – data do séc. XVI e tem como orago Nª Srª da Encarnação. Tem uma só nave e torre sineira, apresentando ainda um Portal Manuelino. Tem Capela-Mor abobadada e o arco triunfal, tripartido, é assente em colunas com capitéis decorados com arenitos vermelhos. Nas capelas laterais pode ver-se boa talha dourada do séc. XVIII Na parede virada a nascente tem uma porta manuelina.

    Vila do Bispo - Igr. Matriz da Raposeira

    - Capela de Nª Srª de Guadalupe – fica 2 km a este de Raposeira. É românica-gótica, e terá sido construída no séc. XIII. Tem planta retangular, uma só nave, sustentada por potentes contrafortes. No exterior tem gárgulas e, na frontaria uma porta ogival com capitéis decorados por encordoados e um rosto humano, e encimada por uma rosácea. A Capela-Mor tem abóbada nervurada, com dois florões, assente em arcos ogivais, estes apoiados em colunas com capitéis ornados segundo o estilo românico - com ramos, folhagens, conchas e representações humanas e animais. As colunas laterais da capela–mor, em grés de diferentes cores são muito interessantes. Na parede do fundo pode ver-se uma janela geminada, de arco redondo e é ainda de salientar o arco triunfal. Por ter resistido ao terramoto de 1755, esta é uma das raras igrejas que podem representar a arte medieval, a única no Barlavento Algarvio – felizmente tem sido preservada…

    Vila do Bispo - Capela de Nª Srª de Guadalupe -Raposeira

    - Menires dos IV e III milénios a.C – nas proximidades da praia da Ingrina, no Alto de Milrei e local de Padrão.

    Vila do Bispo - Menires de Milrei-Padrão-Raposeira

    Freguesia de Sagres
    - Fortaleza de Sagres - este foi o local estratégico escolhido pelo Infante D. Henrique para estabelecer um ponto para apoio aos navegantes e aos navios, em termos de material. Para tal, ele solicitou à Coroa a região pela nela construir a fortaleza. O Infante, nas suas viagens ao Norte de África tinha “marcado” este local como o ideal para as suas pretensões. Assim foi construída a Vila, dominando duas enseadas e preparada para a defesa, também.

    Vila do Bispo - Fortaleza - Sagres             Vila do Bispo - Entrada Fortaleza - Sagres

    - Capela de Nª Srª da Graça – fica na Fortaleza de Sagres, ao fundo. Pensa-se que foi construída no tempo do Infante D. Henrique, embora tenha, na fachada, um portal renascentista de construção posterior – séc. XVI. No interior, o altar-mor tem um retábulo de madeira e três pedras tumulares. Em nichos próximos da Capela-mor podem ver-se imagens de S. Vicente e de S. Francisco, dos séc XVII e XVIII.

    Vila do Bispo - Cap. Nª Srª da Graça - Sagres

    - Padrão dos Descobrimentos – dentro da área da Fortaleza, foi inaugurado em 1960, quando se comemoraram os 500 anos sobre a morte do Infante D. Henrique – reproduz os marcos de pedra que os navegadores portugueses foram deixando nas terras que conquistaram

    Vila do Bispo - Padrão dos Descobrimentos - Sagres

    - Cabo de S. Vicente – imponente, com o farol e a respetiva estrutura. O pôr do sol aqui é indescritível

    Vila do Bispo - Cabo de S. Vicente - Sagres

    - Forte de S. Vicente – edificado no séc. XV/XVI
    - Forte de Stº António – em Beliche, também edificado nos séc. XV/XVI
    - Forte de Nª Srª da Guia – na praia da Baleeira

    LENDA DO CABO DE S. VICENTE – de acordo com a lenda, o Cabo de S. Vicente deve o seu nome ao mártir S. Vicente – Vicente, natural de Zaragoza, crente, tornou-se diácono, pregador e fiel colaborador do Bispo de Valência , por alturas de 303 a. C, quando a Espanha era dominada pelos romanos. Por ordens do Imperador, Vicente e o Bispo foram presos, como todos os cristãos e torturado até à morte em 304 a.C. Vicente, por se recusar a renunciar à sua fé, tornanou-se mártir. O Governador, de nome Daciano, ordenou que o corpo do mártir fosse atirado para um campo e devorado por animais selvagens – estranhamente, um corvo apareceu e não deixou que os animais lhe chegassem… Então, o governador mandou que atassem o corpo a uma mó e a deitassem ao mar – ao entrar na água, a corda partiu-se e o corpo de S. Vicente foi arrastado pelo mar, dando à costa, junto do Cabo, no extremo ocidental da península, acompanhado por corvos. Os restos mortais do Santo, já como relíquias, foram guardados na Igreja do Corvo, referida por um autor, de nome Edrisi *, no séc. XII. Posteriormente o Bispo de Silves mandou construir um mosteiro para acolher os peregrinos, mosteiro esse que tinha uma torre iluminada que servia também de guia aos navegantes. Diz-se que os corvos se mantiveram, de vigília à sepultura até que o corpo foi transladado para a Catedral de Lisboa, após 1147, depois da conquista da cidade aos mouros – por isso, S. Vicente se tornou o patrono de Lisboa e os corvos fazem parte do brasão da cidade.
    Após a extinção das Ordens Religiosas, o Mosteiro foi adaptado a farol, que está ainda em funcionamento.

    *Edrisi foi um geógrafo, cartógrafo e botânico árabe que, entre outros trabalhos desenhou um mapa mundi

    PRAIAS - este concelho, como a maioria dos do Algarve tem inúmeras praias, algumas protegidas por arribas, outras com restos de Fortes antigos, mas todas elas de águas e areias límpidas e com equipamentos de apoio – não só de alojamento e restauração como também de nadadores salvadores. Sendo que Vila do Bispo tem duas costas, como já referido, destacamos as praias de ambas:
    - Costa Ocidental – Cordoama (foto abaixo) e Castelejo; - Beliche e Tonel, estão já entre as duas costas
    - Costa Meridional – Mareta, Martinhal, Ingrina, Zavial, Salema (foto abaixo), Burgau, Murração, Barriga,
      Ponta Ruiva, Telheiro, Barranco, Furnas, Figueira, Boca do Rio, Cabanas Velhas

    Vila do Bispo - Praia de Cordoama              Vila do Bispo - Praia de Salema - Budens

  • Gastronomia

    A gastronomia de Vila do Bispo tem, naturalmente, muito a ver com o mar, e com a grande atividade piscatória nas suas duas costas. Podemos, assim, destacar o peixe grelhado, a cataplana e o arroz de peixe, entre eles o de safio, o arroz de polvo, as feijoadas de choco e de búzios, as lulas cheias (recheadas). Os carapaus alimados e os choquinhos fritos são também de comer e chorar por mais… No Verão, a sardinha é rainha…
    Nas rochas, sobretudo na costa ocidental, pode apanhar-se marisco como os percebes, o mexilhão, as lapas – qualquer deles, muito apreciado, sob várias formas, nomeadamente nas papas de Xarém…
    Mas há outras hipóteses – as lapas com figos torrados, o arroz ou as papas de mexilhão.
    No que toca à carne, há, em Vila do Bispo, muita caça de modo que pode saborear-se a lebre, em feijoada, por exemplo, a perdiz, o coelho bravo, o javali.
    Na área dos doces, existem vários, baseados em amêndoas e figos, como o queijo de figo, o morgado de figo e os bolos baseados em massa de pão, a que se juntam outros ingredientes, como açúcar e torresmos. Temos também os pastéis de batata-doce, o arroz doce que, aqui como em algumas outras regiões do País, não leva gemas, fica branco. A acompanhar, talvez um vinho produzido na freguesia de Barão de S. Miguel e, para rematar a refeição, a bela aguardente de medronho.

    Vila do Bispo - Papas de Xarém                   Vila do Bispo - Lulas Cheias

    Vila do Bispo - Queijo de Figo

     

  • Feiras, Festas e Romarias

    - Festa de São Vicente - 22 de Janeiro - Vila do Bispo
    - Festa de Nossa Senhora da Encarnação - 24 de março - Raposeira
    - Partir do Folar – 2ª feira de Páscoa - Pinhal da Samouqueira
    - Festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – 10 e 11 de Julho - Burgau
    - Festas de Nossa Senhora dos Navegantes – 7 e 8 de Agosto - Praia da Salema
    - Festas de Barão de S. Miguel – 13 a 15 de Agosto – Barão de S. Miguel
    - Festas de Sagres, em Honra de Nª Srª da Graça – 14 e 15 de Agosto – Sagres, inclui procissão, por mar,
      até ao Cabo de S. Vicente

    - Feira Anual e Festa Popular – 2º Fim de Semana de Setembro - Raposeira
    - Festa em Honra da Nossa Senhora da Conceição – 8 de Dezembro - Vila do Bispo

     

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA  320 km PORTO  591 km
    Aveiro  537 km Guarda  596 km
    Beja  189 km Leiria  426 km
    Braga  642 km Portalegre  423 km
    Bragança  762 km Santarém  347 km
    Castelo Branco  502 km Setúbal  284 km
    Coimbra  484 km Viana do Castelo  663 km
    Évora  268 km Vila Real  675 km
    Faro  108 km  Viseu  569 km
  • Itinerários Possíveis

    Itinerário 1
    Vila do Bispo (A) – Praia de Cordoama (B) – Praia de Castelejo (C) – Barão de S. Miguel (D) – Budens (E) – Praia da Boca do Rio (F) – Praia de Salema (G) – Vila do Bispo (H)
    Visita de Vila do Bispo, e de todo o seu património. Visita também das praias referidas, mesmo agora no Inverno, para apreciar, sobretudo na costa ocidental, o mar, as ondas, o choque com as falésias, as gaivotas… vale a pena parar um bocado.

    Total de km – 43 km
    Tempo de percurso – 1 hora e 17 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Vila do Bispo - Itinerário 1

    Itinerário 2
    Vila do Bispo (A) – Sagres (B) – Praia de Beliche (C) – Cabo de S. Vicente (D) – Vila do Bispo (E)
    Apreciar o património de Vila do Bispo, também de Sagres, o movimento do porto e da zona junto ao mar. A seguir a Beliche, a visitar a praia e o forte, seguir um pouco à frente, para visitar o Cabo de São Vicente.

    Total de km – 13 km
    Tempo de percurso – 54 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Vila do Bispo - Itinerário 2

    Itinerário 3
    Vila do Bispo (A) – Raposeira (B) – Budens (C) – Figueira (D) – Praia do Zavial (E) – Praia do Martinhal (F) – Praia da Baleeira (G) – Sagres (H) – Vila do Bispo (I)
    Apreciar o património, a paisagem, as praias, agradáveis mesmo no Inverno. De caminho, as ruínas das fortalezas que se podem ver nas praias indicadas.

    Total de km – 47 km
    Tempo de percurso – 1 hora, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Vila do Bispo - Itinerário 3 

  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no Distrito de Faro, a que Vila do Bispo pertence, e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.

    - Hotéis
    - Restaurantes 

     

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