Braga

Cidade Autêntica

O acanhado burgo medieval, fortificado, que se agrupou à volta da Sé de Braga, sagrada em 1089, deixou fora da sua área a maior parte da anterior Braccara Augusta e as suas muitas construções monumentais, romanas, terão sido desmanteladas na altura, fornecendo material que foi aproveitado para a edificação da Braga medieva. Alguns outros edifícios, reduzidos a escombros, foram deixando de estar visíveis à medida que os terrenos em volta começaram a ser cultivados, e estiveram ocultos durante séculos…

A memória de Bracara Augusta foi-se perdendo ao longo da Idade Média, embora seja referido em documentos do séc. XII a existência de troços da muralha romana, bem como de alguns muros e ruínas de edifícios mais bem conservados e que hoje serão visíveis em Braga.

  • Onde?

    BRAGA

    O acanhado burgo medieval, fortificado, que se agrupou à volta da Sé de Braga, sagrada em 1089, deixou fora da sua área a maior parte da anterior Braccara Augusta e as suas muitas construções monumentais, romanas, terão sido desmanteladas na altura, fornecendo material que foi aproveitado para a edificação da cidade medieva. Alguns outros edifícios, reduzidos a escombros, foram deixando de estar visíveis à medida que os terrenos em volta começaram a ser cultivados, e estiveram ocultos durante séculos…

    A memória de Bracara Augusta foi-se perdendo ao longo da Idade Média, embora seja referido em documentos do Séc. XII a existência de troços da muralha romana, bem como de alguns muros e ruínas de edifícios mais bem conservados.
    O Renascimento fez ressurgir o interesse na fundação e História da cidade. Foi o Arcebispo D. Diogo de Sousa (1505-1532) que primeiro se preocupou com esse assunto, preocupando-se ainda em colecionar os artigos romanos encontrados. Este Arcebispo, que recolheu lápides e marcos miliários e os guardou no Campo de Sant’Ana, primeiro esboço de um Museu de Arqueologia.

    Numa planta, publicada em 1594, eram assinalados os espaços da cidade romana, como o Forum e as saídas das principais vias militares, mostrando que eram ainda visíveis troços das vias romanas que ligavam Bracara Augusta a outras cidades.
    A primeira síntese da História de Braga data de 1634 e analisa a ocupação até à Alta Idade Média e descreve, pela 1ª vez, ruínas ainda visíveis, entre as quais o Teatro Romano, em Maximinos. Prosseguiram as investigações, do Séc. XVI ao Séc. XVIII, o que deu lugar a várias descrições de ruínas, interpretação de inscrições e uma primeira delimitação do perímetro da cidade, pelo estudo de restos conservados da muralha. O estudo continua no Séc. XIX, aparecendo ainda mais vestígios que, por decisão da Câmara Municipal foram reunidos num Museu. Em 1918 foi criado o Museu D. Diogo de Sousa, para acolher os achados que, por dificuldades de pessoal e logística, acabou por não funcionar.

  • O quê?

    Segundo reza a História, as representações comemorativas da Paixão e Morte de Cristo foram iniciadas na Terra Santa, no Séc. IV.

    A Semana Santa, em Braga, começou a realizar-se em data difícil de determinar, mas respeita aquela tradição multisecular e mantém o mesmo sentido original de celebrar os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Em Braga, podemos dizer que é feita uma preparação para a Semana Santa, uma vez que existe um programa especial, nesse sentido, desde o início da Quaresma.

  • Património a descobrir

    Com o surto urbanístico dos anos 70, foram feitos muitos achados e impostas regras para as escavações, no intuito de preservar esses vestígios arqueológicos. É criado o Campo Arqueológico de Braga, ligado à Universidade do Minho, que inicia prospeções e escavações com o fim de delimitar zonas arqueológicas a serem respeitadas e preservadas – assim é iniciado o Projeto de Salvamento de Bracara Augusta.

    Com a ação conjugada do Governo e dos arqueólogos, foi possível preservar grande área da antiga Bracara Augusta. Prosseguindo as escavações nessa área, foram encontrados os seguintes e significativos achados arqueológicos: - Fonte do Ídolo, Termas Romanas de Maximinos, Via Nova ou Estrada da Geira, Balneário Pré-romano, Mamoa de Lamas.
    No ano de 715, os Mouros conquistaram a cidade mas, pouco tempo depois, tiveram de se submeter a D. Afonso III, Rei de Leão. Passados séculos D. Afonso Henriques conquistou tudo, aos castelhanos e aos mouros, deixando-nos todo este património e História.

    Fonte do Ídolo – fica na Rua do Raio, é classificada como M.N. É um santuário rupestre, que data do Séc. I tendo, por baixo uma espécie de fonte de mergulho. Sobre o cano de onde emerge a água da nascente, está um busto feminino, em alto-relevo, enquadrado num retângulo gravado na rocha. Ao lado, sobressaindo da mesma rocha, existe uma figura, de corpo inteiro e de toga. Ambas as esculturas rupestres têm inscrições de leitura difícil. Pode, no entanto ler-se: “Celico Fronto de Arcóbriga, Ambimógido, fez” (o monumento, claro).  A fonte será talvez pré-romana, mas as figuras, como as inscrições são naturalmente romanas. 

    Termas Romanas do Alto da Cividade de Maximinos – ficam na freguesia de Maximinos, numa colina e foram descobertas em 1977, tendo as escavações posto a descoberto umas termas públicas, que ficavam junto ao Forum da antiga Bracara Augusta. As termas públicas eram constituídas por vastos edifícios  preparados para dar aos habitantes a hipótese de tomar banho, de acordo com o que era recomendado pela medicina da altura – fazendo previamente um pouco de exercício, depois do que passava ao caldário, tepidário e frigidário – esta piscina de água fria, revigorava o corpo que depois passava para a sala da massagem. 
    O mais notável das termas romanas eram as magníficas instalações, as piscinas e as canalizações de água quente e fria, notáveis para a época.

    Via Nova ou da Geira ou Via XVIII do Itinerário de Antonino é uma estrada romana, de que são visíveis, vários troços no Distrito de Braga, e que ligava esta cidade a Astorga, em Espanha. Esta estrada foi construída no Séc. I, para facilitar a movimentação do Exército Romano, na sua permanente missão de manter o domínio das terras conquistadas e facilitar a circulação dos produtos retirados dessas mesmas terras, como o ouro e outros minérios.
    Um dos troços que podemos com toda a facilidade percorrer fica entre proximidades de Campo do Gerês e da Mata de Albergaria próximo da estrada que leva à Portela do Homem, no concelho de Terras do Bouro. Aí podemos ainda ver vários marcos miliários, pilares em pedra que indicavam a que milha os caminhantes se encontravam e a distância à cidade mais próxima. Este pedaço da via fica junto à Barragem de Vilarinho das Furnas, onde se pode ver ainda as casas da aldeia do mesmo nome, afundadas quando a Barragem foi construída. Outros pedaços da via da Geira ficam em zonas menos acessíveis, ou foram de alguma maneira destruídas…

    Balneário Pré-Romano de Bracara – balneário pré-romano, descoberto aquando das obras da nova estação de Caminhos de Ferro de Braga. Tem 4m x 2m e é característico da cultura castreja, apresentando, como as termas romanas uma zona de sauna, um forno, outra intermédia e, no exterior, uma pia. A água era fornecida por uma “linha de água” que descia do centro da cidade até ao Rio Cávado. Dentro do balneário, eram colocadas pedras de pequenas dimensões, no forno, onde eram aquecidas para provocar, em contacto com a água, os vapores que eram levados para a sala de sauna.

    Sé Catedral – M.N., é um dos mais importantes templos do românico português, foi dos únicos monumentos românicos que subsistiram, após a invasão mourisca e a reconquista posterior. Foi muito alterada, segundo a escola de Borgonha, introduzida pelos arquitetos de Cluny, como a frontaria enquadrada por duas torres. Foi muito modificada, sobretudo no Séc. XVIII mas conserva, da antiga traça românica os pilares crucíferos, colunas e arcos de reforço do interior, assim como as muralhas laterais e transepto com os seus modilhões no exterior. Aqui jazem o Conde D. Henrique e D. Teresa de Leão, pais do Rei D. Afonso Henriques.

    Tesouro e Museu da Sé – coleções de cerâmica, escultura, medalhística, mobiliário, numismática, ourivesaria, pintura, têxtil documentam mais de 15 séculos da História da Arte e da Vida da Igreja, em Braga. A exposição permanente “Jesus Cristo – Uma Igreja” consagrada à arte sacra, permite revisitar a vida de Jesus Cristo e a História da Igreja, em Braga. Ela é contada tomando como referência alguns arcebispos mais marcantes, desde o Séc. V até ao Séc. XX. As áreas dedicadas à paramentaria e à ourivesaria são notáveis.

    Igreja do Pópulo – IP faz parte do Convento do Pópulo, onde se venera a imagem da Igreja de Santa Maria del Pópulo, em Roma. A sua construção estendeu-se do Séc. XVI ao XIX. O seu projeto é da autoria do arquiteto Carlos Amarante. Em 1834, com a extinção das ordens religiosas passou para as mãos do Estado e, mais tarde, nele foi instalado o Regimento de Infantaria.

    Palácio dos Biscainhos – IP, não é visitável, como palácio aristocrático que foi a sua função, enquanto pertença dos proprietários. O último dos quais o doou à Câmara Municipal. Fica no centro da cidade, data do Séc. XVI, foi muito modificado ao longo dos tempos e dispõe de muitos terraços com jardins. Hoje está nele instalado o Museu dos Biscainhos.

    Casa dos Paiva ou Casa da Roda – foi edificada no Séc. XVI, no centro histórico de Braga. No final do Séc. XIX, a Câmara Municipal aluga o imóvel, onde é instalado o “Hospício dos Expostos” ou “Casa da Roda”. O estilo é renascentista florentino. As arestas do edifício em pedra, a simetria e a estética são os aspetos mais marcantes.

    Palácio do Raio ou Casa do Mexicano – é um palácio construído em 1754-55, por encomenda de um poderoso comerciante de Braga. O projeto é de André Soares e é um dos edifícios, não religiosos, mais notáveis de Braga, em estilo barroco joanino. No Séc. XIX foi vendido a Miguel José Raio, visconde de S. Lázaro e capitalista brasileiro nascido em Braga, razão pela qual passou a ser conhecido por Palácio do Raio.

    Igreja do Seminário de S. Paulo ou do Colégio – em estilo jesuítico quinhentista, de notar a depuração da fachada, relativamente ao barroco exuberante do interior, com a sua talha dourada, nos altares.

    Oratório de Nª Srª da Torre (Torre de S. Tiago) – fica na porta sul da muralha medieval e foi transformado em oratório devido à devoção do povo de Braga a Nª Srª da Torre, que teria poupado a cidade às devastações do terramoto de 1755. 

    Domus de Santiago – Museu Pio XII – fica no Largo de Santiago, perto da Torre do mesmo nome e é essencialmente um museu de cariz arqueológico

    Igreja do Hospital (Velho) de S. Marcos – IP, fachada e igreja em estilo neoclássico, desenhadas por Carlos Amarante, em finais do Séc. XVIII. Do edifício quinhentista apenas subsiste o claustro e a Igreja de Stª Cruz, iniciada em 1628, é um dos mais interessantes e belos exemplares da arquitetura barroca religiosa da cidade de Braga. Ficam ambas no Largo Carlos Amarante.

    Casa dos Coimbras – no Lg de Cruz, restam hoje, da antiga casa quinhentista, algumas das janelas, em estilo manuelino, que sobreviveram à demolição, em 1906. O edifício atual foi construído em meados do século passado

    Capela de Nª Srª da Conceição, junto à Casa dos Coimbras – pensa-se que a sua origem é românica e a capela de traça gótica que hoje vemos data de 1528, do consulado do Arcebispo D. Diogo de Sousa, que contratou artistas da Biscaia para fazerem obras em vários monumentos da Braga medieval.

    Casa do Passadiço – assim chamada porque um caminho público passava pelos seus domínios, tem fachada setecentista com admirável trabalho de cantaria, nas guarnições dos vãos

    Casa dos Crivos ou das Gelosias – estilo arquitetónico dos Séc. XVII/XVIII que reflete o fervor religioso da época

    Igreja e Convento dos Congregados – data de 1687 tendo a igreja magnífica fachada

    Casa Rolão – projeto de André Soares, em que sobressai a beleza e harmonia da fachada rococó

    Torre de Menagem – M.N., única construção que restou do Castelo de Braga, que compreendia toda uma magnífica cidadela medieval

    Largo do Paço, junto ao Paço Arquiespiscopal, IP, hoje biblioteca pública

    Fonte ou Chafariz dos Castelos – mandado construir pelo Arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, em 1723 e é um dos mais belos e conhecidos chafarizes de Braga

    Igreja da Misericórdia, IP, Séc. XVI, destaca-se, no interior, a cobertura da nave com 35 painéis de madeira pintada, o retábulo e a sacristia

    Edifício da Câmara Municipal de Braga, Séc. XVIII

    Fonte do Pelicano – barroca, uma das fontes monumentais de Braga

    Arco da Porta Nova, M.N., Séc. XVIII, assinala uma das portas da antiga muralha

    Casa Grande das Hortas, de finais do Séc. XVIII e Fonte do Campo das Hortas

    Praça Velha, data do Séc. XVI

    Espinho
    Santuário do Sameiro – começou a ser construído no Séc. XIX, tendo terminado já no Séc.XX. No interior, destaca-se o altar-mor em granito branco, polido, e o sacrário em prata. Tem, um escadório imponente, no cimo do qual ficam dois pilares, altos, encimados com a Virgem e o Coração de Jesus. É o centro de maior devoção mariana de Portugal, depois de Fátima.

    Esporões
    Estação Arqueológica de Santa Marta das Cortiças, IP

    Nogueiró
    Castro do Monte da Consolação – IP, povoado fortificado da Idade do Ferro/época romana

    Mire de Tibães
    Mosteiro de Tibães – IP, A fundação da igreja e mosteiro de Tibães é anterior à nacionalidade, tendo sofrido duramente os estragos causados pelo tempo e pelos homens. No final do Séc. XI foi fundado o mosteiro românico que recebeu Carta de Couto, em 1110, doada pelo Conde D. Henrique. Em 1567 tornou-se Casa-Mãe da Congregação de S. Bento de Portugal e do Brasil. Foi comprado pelo Estado Português em 1986, vazio e em avançado estado de degradação. Logo após inicia-se a sua recuperação e dinamização cultural. O atual conjunto, formado por igreja, torres e cerca, data do Séc. XVIII

    Cruzeiro de Tibães – M.N., Séc. XVII

    Tenões
    Santuário do Bom Jesus do Monte
    – IP, do conjunto fazem parte o Santuário propriamente dito, o escadório, com as capelas e o pórtico. No local onde hoje está o Santuário existia, em 1494, uma ermida, reconstruída no Séc. XVI

    Igreja de Santa Eulália – IP, pequeno tempo românico com um portal de arco quebrado

    Figueiredo
    Igreja de S. Salvador
    – IP o templo original, românico, foi alterado no Séc. XVIII

    Lamas 
    Mamoa de Lamas
    – monumento megalítico que data de 3000 a.C., de dimensões médias, de que restam três lages nos locais originais. A descoberta desta mamoa revelou bastante sobre o passado da Região.

    Real
    Capela de S. Frutuoso – M.N., data do Séc. VII, visigótica, na opinião de alguns especialistas, é um dos mais importantes exemplares da arquitetura pré românica e um dos mais significativos da Península. Apesar destes predicados, esta capela não é visitável.

  • Feiras, Festas e Romarias

    Segundo reza a História, as representações comemorativas da Paixão e Morte de Cristo foram iniciadas na Terra Santa, no Séc. IV.

    A Semana Santa, em Braga, começou a realizar-se em data difícil de determinar, mas respeita aquela tradição multisecular e mantém o mesmo sentido original de celebrar os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Em Braga, podemos dizer que é feita uma preparação para a Semana Santa, uma vez que existe um programa especial, nesse sentido, desde o início da Quaresma.

    Durante a Semana Santa, para além das manifestações religiosas, são realizados concertos e exposições de arte sacra, pintura, fotografia, também subordinados ao tema.
    Braga é a cidade que celebra a Semana Santa com maior solenidade e esplendor, em Portugal. As ruas são decoradas com motivos alusivos à quadra pascal e enchem-se de pessoas que, empunhando velas, assistem às grandes procissões, em que saem à rua imagens de Cristo em andores transportados pelos fiéis.

    PROGRAMA RELIGIOSO (PARTE) – DE 5ª FEIRA SANTA A DOMINGO DE PÁSCOA

    5ª FEIRA SANTA
    - MISSA CRISMAL E BÊNÇÃO DOS ÓLEOS
     - O Arcebispo Primaz, acompanhado de todo o clero da Arquidiocese e, com este, celebra a Eucaristia.
    Durante a celebração, consagra os Santos Óleos que serão levados pelos presbíteros para as suas paróquias, a fim de servirem para ungirem os batizandos e os doentes
    - LAVA PÉS E MISSA DA CEIA DO SENHOR
    Antes da Missa da Ceia do Senhor, o Arcebispo que preside, lava os pés a 12 pessoas que representam os 12 Apóstolos.
    A Missa da Ceia é dominada pelo sentimento do amor de Cristo que, na véspera da sua Paixão, enquanto comia a Ceia com os discípulos, instituiu o “Sacrifício – Sacramento da Eucaristia”, como memorial da sua Morte e Ressureição a celebrar, tornando-o sempre atual, no decurso dos tempos.
    “Durante a Ceia tomou o Pão, dizendo: - tomai e comei Isto é o meu corpo, entregue por vós. Do
    mesmo modo, tomou o Cálice e, dando Graças, deu-o aos seus discípulos dizendo: - Tomai e bebei todos. Este é o Cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna Aliança, que será derramado por vós e por todos, para remissão dos pecados. Fazei isto em memória de mim"
    - PROCISSÃO DO SENHOR “ECCE HOMO”

    6ª FEIRA SANTA
    - OFÍCIO DE LAUDES, CITAÇÃO DAS “SETE PALAVRAS DE JESUS, NA CRUZ” E SACRAMENTO DA RECONCILIAÇÃO (CONFISSÃO), dos presentes que o desejarem – na Sé Catedral
    - LANÇAMENTO DE MORTEIROS em 12 locais diferentes da cidade
    - CELEBRAÇÃO DA MORTE DO SENHOR – na Sé Catedral
    - PROCISSÃO DO ENTERRO DO SENHOR – sai da Sé Catedral

    SÁBADO DE ALELUIA
    - OFÍCIO DE LAUDES, COM ALOCUÇÃO DO PRESIDENTE
    - VIGÍLIA PASCAL E PROCISSÃO DE RESSUREIÇÃO

    DOMINGO DE PÁSCOA
    - MISSA SOLENE DO DOMINGO DE PÁSCOA

    VISITA PASCAL
    É costume muito enraizado, no Norte de Portugal o de, no Domingo de Páscoa, um grupo de pessoas encabeçado por um sacerdote com vestes festivas e partindo da respetiva Igreja Paroquial, dirigir-se com a crus enfeitada, aos lares dos cristãos a anunciar a Ressureição de Cristo e abençoar as suas casas.
    No caso de Braga, reveste-se de especial significado a Visita Pascal aos Paços do Concelho.

    Romaria de S. Vicente – 22 de Janeiro – Braga
    Procissão dos Passos – 2º Domingo antes da Páscoa – Celeirós
    Procissão dos Passos – 3º Domingo antes da Páscoa – Real e Cabreiros
    Festa da Páscoa da Rua da Boavista – 2ª Feira de Páscoa
    Festa da Graça – Domingo a seguir à Pascoa – Padim da Graça, Braga
    Procissão do Corpo de Deus – Junho – Braga
    Romaria de Stª Marta da Falperra – último fim de semana de Julho - Falperra
    Peregrinação ao Sameiro – 1º Dom. Junho, último Dom. Agosto e 8 de Dezembro – Santuário do Sameiro
    Festa de S. Roque – 1º Domingo de Setembro – Merelim S. Paio
    Festa de S. Geraldo (patrono de Braga) – 5 de Dezembro
    Festas Académicas do Enterro da Gata – durante uma semana, no início do mês de Maio
    Festas de S. João – 24 de Junho
    Festival Universitário de Música Popular – Março
    Festival Internacional de Tunas Académicas (FITU Bracara Augusta) – Maio
    Festival de Tunas Feminino (TROVAS) – Outubro
    Semana de receção ao Caloiro – Outubro
    Certame Lusitano de Tunas Académicas (CELTA) – Dezembro

  • Gastronomia

    Braga e o Minho em geral oferecem sempre uma boa mesa, em que o bacalhau impera – em lascas, de cura amarela, à Margarida da Praça, à Narcisa, qual deles o melhor. Normalmente acompanhado por bom vinho da região, em que o verde, tinto ou branco é rei.

    O sarrabulho, em Braga, é especial – sempre acompanhado pelos rojões, carne enrijada em vinha d’alho. Os farinhotes, enchidos de sangue de porco e farinha de milho; as belouras, tripa enfarinha, enchida apenas com farinha e condimentos; os fígados e o verde (sangue) frito com alho, são característicos, como as figideiras – grandes pastéis de massa folhada com recheio de vaca e presunto, citadas como “divinas” por Júlio Dinis. O caldo verde, o arroz de polvo malandrinho e o arroz de pato são outras das maravilhas culinárias de Braga.

    Para doce, mesmo doce, podemos referir o Pudim do Abade de Priscos, o toucinho do céu, os doces da romaria, os fidalguinhos de Braga, tudo proveniente da tradição conventual.

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA 364 km PORTO 60 km
    Aveiro 125 km Beja 504 km
    Bragança 224 km Castelo Branco 346 km
    Coimbra 170 km Évora 460 km
    Faro 603 km Guarda 252 km
    Leiria 233 km Portalegre 350 km
    Santarém 296 km Setúbal 398 km
    Viana do Castelo 65 km Vila Real 108 km
    Viseu 179 km    



  • Itinerários Possíveis

    Itinerário 1
    BRAGA – Património Monumental
    Este itinerário destina-se a visitar o património monumental da cidade, e a pé:
    - Jardim de Stª Bárbara – R. Eça de Queirós
    - Cividade das Carvalheiras – R. do Matadouro / Pct Eng. Antenor
    -Termas Públicas do Alto da Cividade – R. Dr. Rocha Peixoto /R. Damião de Góis
    - Ruínas do Teatro da Cividade - R. Dr. Rocha Peixoto /R. Damião de Góis
    - Monumento a Bracara Augusta e Muro Sul do Convento da Imaculada Conceição
    - Extremo Sul da R. De S. Geraldo – R. dos Bomb. Volunt. E R. de S. Geraldo
    - Muralha Romana – R. Marcelino Sá Pires
    - Fonte do Ídolo – Rua do Raio/Av. Liberdade
    - Seminário de Santiago e interior da Cerca – Rua do Anjo
    - Antigo Forum – Lg. Paulo Osório

    Total de km – Serão alguns, mas difícil de calcular, uma vez que é a pé
    Tempo de percurso – demorado, mais pelo tempo a visitar os monumentos que pelas vias
    Estradas – pelas ruas da cidade

    Braga1



    Itinerário 2
    BRAGA – Património Monumental

    Como o anterior, este itinerário é também a pé, na cidade:
    - Torre de Menagem – Pç da República/Lg Barão S. Martinho
    - Paço Arquiepiscopal – R. Eça de Queirós / Pç Município
    - Muralha da Cidade e Torre da Porta Nova – R. dos Biscaínhos
    - Praça Velha e Torre das Carvalheiras – R. do Matadouro /Pct Eng. Antenor
    - Torre do Postigo de S. Sebastião – Lg. Paulo Osório
    - Torre de S. Tiago – R. do Alcaide
    - Sé Catedral – Rossio da Sé?

    Total de km – Serão alguns, mas difícil de calcular, uma vez que é a pé
    Tempo de percurso – demorado, mais pelo tempo a visitar os monumentos que pelas vias
    Estradas – pelas ruas da cidade

    Braga2


    Itinerário 3
    BRAGA – Património Monumental

    E mais alguns monumentos para ver, nesta maravilhosa cidade:
    - Largo do Paço – Lg do Paço / R. do Souto
    - Convento do Pópulo – Pç Cons. Torres e Almeida
    - Palácio dos Biscaínhos – R. dos Biscaínhos
    - Campo das Hortas, Porta Nova – Campo das Hortas / R. Andrade Corvo
    - A Arcada – Lg. Barão S. Martinho / Av. Liberdade
    - As Sete Fontes – R. de Stª Margarida
    - S. Vicente – R. Domingos Soares
    - Paço Arcebispal – R. Stº António da Praça

    Total de km – Serão alguns, mas difícil de calcular, uma vez que é a pé
    Tempo de percurso – demorado, mais pelo tempo a visitar os monumentos que pelas vias
    Estradas – pelas ruas da cidade

    Braga3


    Itinerário 4
    BRAGA – Real – Mire de Tibães - Lamas
    Havendo tempo, estes monumentos, nas imediações de Braga merecem uma visita, sobretudo o Mosteiro de Tibães e a Capela de S. Frutuoso e a Mamoa de Lamas.

    Total de km – 31 km
    Tempo de percurso – 40 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – Estradas Nacionais e Municipais

    Braga4



    Itinerário 5
    BRAGA – Santuários de Sameiro e Bom Jesus

    Não podemos esquecer os dois Santuários, lugares de grande devoção, nas imediações da cidade

    Total de km – 19 km
    Tempo de percurso – 26 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – Estradas Nacionais e Municipais

    Braga5
     

  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no Distrito de Braga, a que o Concelho de Braga pertence, e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.

    Hotéis
     - Solares
    Turismo Rural
    Restaurantes

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