Paredes

Cidade Criativa

Concelho de Paredes, cuja sede D. Maria II elevou à categoria de vila e é hoje cidade, teve origem no julgado de Aguiar de Sousa, julgado esse que existia desde a fundação da nacionalidade. No séc. XVI as funções de cabeça de julgado foram transferidas para Paredes, que atingiu um grau de desenvolvimento, demográfico e económico que permitiu que fosse elevada à categoria de cidade, já nos anos 90 do séc. XX.

O Concelho de Paredes, nas imediações da cidade do Porto, pelo seu desenvolvimento, viu ainda três das suas vilas passarem também a cidades – Gandra, Lordelo e Rebordosa – claro que também pelo desenvolvimento que aquelas freguesias alcançaram, quer demográfica quer economicamente.
Paredes teve, nos finais do séc. XIX, um presidente de Câmara, José Guilherme Pacheco, que muito desenvolveu o concelho e o dotou de acessos, transportes, comunicações e educação.

  • Onde?

    O concelho de Paredes, paredes meias com a cidade do Porto, e integrando a Região do Douro Litoral, beneficia de um clima privilegiado, resultado do relevo envolvente, da sua orientação e da conjugação com o vale do rio Sousa.

    Paredes - o campo

  • O quê?

    O concelho de Paredes, como todo o País, foi também ocupado por povos pré-históricos e, como não podia deixar de ser, pelos romanos que, nesta região se dedicaram à exploração das jazidas de ouro de Castromil e das Banjas, na freguesia de Sobreira, exploração essa que terá sido intensa, como o provam o número de poços e galerias.
    Toda esta região foi local escolhido para muitas famílias nobres se instalarem; também aqui foram fundados alguns mosteiros, que geravam sempre grande atividade agrícola, beneficiando de honras e privilégios…
    Tudo contribuiu para que, no séc. XIX, algumas das hoje freguesias de Paredes ascendessem a concelhos, o que foi modificado mais tarde, pela ação de Passos Manuel e da sua reforma administrativa. Nessa altura Paredes passou a concelho. Foi também no séc. XIX que, com o regresso dos “brasileiros” (emigrantes, que agora regressavam, abastados) que se deu o desenvolvimento da indústria do móvel, quer pelo investimento em empresas do ramo, quer pelas encomendas que faziam e também porque muitas das peças que tinham trazido serviam de inspiração.

    Paredes - a cidade

     

  • Património a descobrir

    Paredes (Castelões de Cepeda)
    - Cadeia – Edifício construído nos anos 40 do séc. XX, seguindo a arquitetura característica do Estado Novo, era uma prisão destinada a presos preventivos ou com penas curtas

    Paredes - antiga cadeia

    - Casa da Estrebuela, respetivos anexos e jardins – foi construída no séc. XIX, sendo visível um frontão e balaustrada, ao longo da fachada. Esta é revestida de azulejo.

    Paredes - Casa Estrebuela

    Freguesia de Aguiar de Sousa
    - Torre do Castelo de Aguiar de Sousa
    – é o que resta hoje de um lugar fortificado, junto ao rio Sousa, e de interesse estratégico para a defesa daquela região. Este castelo era já referido no séc. X e, no seguinte, Aguiar de Sousa passa a ser “julgado”, o centro administrativo da região. No séc. XIV começa a dar-se a decadência da fortificação que, no séc. XVIII está já em ruínas. Foi objeto de restauração no final do séc. XIX e em 1940. Faz parte da Rota do Românico e continua a ser considerado um importante testemunho histórico-arqueológico

    Paredes-Torre Cast. Aguiar de Sousa

    - Mamoa de Brandião – esta mamoa é referida nas Inquirições de 1258 e, posteriormente, em 1651 relativamente ao Mosteiro de Paço de Sousa, como elemento que indicava o limite de propriedade e de denominação de localidade /concelho. Tem sido atacada, tem este testemunho da presença do homem pré-histórico passado a um conjunto de esteios fragmentados e a entrada passou a ser uma cratera…

    Paredes - Mamoa de Brandião - Aguiar de Sousa

    Freguesia de Baltar
    - Dólmen do Padrão – é um dos mais importantes do noroeste da península Ibérica, pelas pinturas existentes nos seus esteios, pelo facto de serem a vermelho e preto e também porque são linhas onduladas, representando a figura humana e a do sol. O que restou, depois de vandalização, em 1926, altura em que foi visitado por Mendes Corrêa, estão depositados no Museu de História Natural da Faculdade de Ciências do Porto

    Paredes - Dolmen de Padrão - Baltar

    - Castro de S. Silvestre ou Castro do Muro de Vandoma - proto-histórico, fica a 519 m de altitude, com uma apreciável vista panorâmica, muito útil à defesa. A designação de Serra do Muro é devida à existência de uma muralha com 4m de largura e cerca de 4 km de perímetro. Na área circunscrita pela muralha foram encontrados restos de cerâmica e tégula.

    Paredes - Castro do Muro de Vandoma - Baltar

    - Mamoa de Ramos - fica no lugar de Ramos, em zona de pinhal e que, como os outros, foi violado, encontrando-se pedras soltas
    - Necrópole do Calvário – da época romana, fica no lugar do Calvário, tendo sido descoberto nos anos 60 do séc. XX ao ser arroteado um quintal apareceram fragmentos de cerâmica. Mais tarde, em 2000 apareceram outros vestígios, ao ser aberta vela para a construção de um muro. Dos fragmentos encontrados foram colados e constituídos um copo, um pratel, quatro pratos, uma tigela, gargalo de bilha , fragmentos de asas verticais (de ânfora?) e fragmentos de vaso pintado
    - Necrópole do Tanque – também da época romana, fica no lugar de Tanque e foi descoberta em 1982, ao serem abertos os caboucos para a construção de uma casa. Os fragmentos encontrados permitiram reconstituir uma tigela e uma cantarinha.

    Freguesia de Bitarães
    - Igreja de S. Tomé – no lugar da Igreja, terá sido construído na época medieval, como o provam os sarcófagos antropomórficos, existentes fora da igreja. Foi reconstruída no séc. XVIII tendo a fachada ficado com um frontão semi circular, rematado por dois plintos com uma urna e encimado por uma cruz. É decorado com motivos florais e apresenta também a imagem do santo padroeiro, uma janelão e dois óculos circulares. No interior, o teto é axadrezado, com pinturas de figuras religiosas. Nas paredes laterais vêem-se grandes telas figurando a morte, o purgatório, o inferno e o paraíso. Tem altar mor de talha dourada e um presépio , escultura miniatural barroca.

    Paredes - Igreja de S. Tomé - Bitarães

    Freguesia de Cête
    - Igreja de S. Pedro do Mosteiro de Cête – é Monumento Nacional. O Mosteiro foi fundado nos séc.. X/XI – pertenceu inicialmente à Ordem de S. Bento e, posteriormente, no séc. XVI à Ordem de S. Agostinho e a atividade do mosteiro estendeu-se até 1758, altura em que os frades prestavam assistência espiritual às populações.
    A Igreja, romano/gótica, era parte do Mosteiro, tendo sido reformada nos séc. XIV e XVI e, também no séc. XX. É de nave única, de planta longitudinal, capela-mor circular, abóbada com dois arcos torais, reforçados no exterior por oito botaréus e três frestas. No interior, a abóbada é rodeada de arcadas cegas. A fachada tem um portal ogival encimado por uma pedra de armas esquartelada e uma rosácea gótica. A norte vê-se uma torre quadrada, quatrocentista, com ameias, merlões de perfil recortado e dois algerozes zoomórficos. Na entrada existe um botaréu rodeado por uma corrente de granito, característica do estilo manuelino. De realçar também
    um portal de arco quebrado, tal como o arco triunfal. Este monumento faz parte da Rota do Românico e o seu enquadramento continua a ser rural

    Paredes - Mosteiro de Cête - Cête

    - Capela da Srª do Vale – é uma pequena capela românica, com nave e abside ligadas por um arco triunfal. Na fachada, um portal ogival, com duas arquivoltas, circundadas por uma moldura decorada. As colunas onde assentam os arcos têm capitéis decorados. A preceder a entrada está uma galilé onde está um púlpito de pedra lavrada. Também faz parte da Rota do Românico. Também o cruzeiro, em frente à capela, com a Cruz de Malta é de salientar

    Paredes - Capela da Srª do Vale - Cête

    - Sepultura da Quinta da Coca – foram encontrados, em 1989 dois vasos pré-históricos nesta quinta, quando era arranjado o jardim.
    - Casa e Jardim da Quinta de Cête – casa em estilo vitoriano, construída no final do séc. XIX, com grande jardim.

    Freguesia de Cristelo
    - Casa Espessande – fica no lugar de Espessande, data do séc. XVIII, mantendo as características, apesar de algumas obras de restaura e de adaptação.

    Paredes _ Casa de Espessande - Cristelo

    - Castro do Monte do Crasto – fica no lugar de Monte do Castro, sobranceiro ao vale do Rio Sousa. Ali existem vestígios de habitações castrejas.

    Freguesia de Duas Igrejas
    - Casa da Agrela – data de final do séc. XVII, início do séc. XVIII, tem pátio interior. A fachada principal tem escadaria de acesso ao andar nobre foi acrescentada em finais do séc. XVIII. Na linha do beiral tem um frontão em arco com bela pedra de armas com o brasão feminino concedido por D. José I, em 1774.
    Em seguimento a esta fachada temos a Capela da casa, de invocação de Nossa Srª do Carmo, que foi saqueada e incendiada durante as invasões francesas.

    Paredes - Casa da Agrela -Duas Igrejas

    Freguesia de Lordelo
    - Torre dos Mouros ou dos Alcoforados
    – data da Idade Média, é uma torre quadrangular, com dois pisos, para além do r/c. Mantém a estrutura original, com pequenas frestas ogivais, amplas e, no piso térreo uma porta encimada por um arco de volta inteira. Esta torre, pensa-se, foi essencialmente uma habitação, como muitas outras torres senhoriais de Entre o Douro e Minho, na Idade Média.

    Paredes - Torre dos Mouros - Lordelo

    - Casa dos Dias da Silva ou Casas Altas – são duas casas que se enquadram na definição de “Casa de Brasileiro” – forma uma unidade, dominando a paisagem não só pela arquitetura como pela arte decorativa.

    Paredes - Casa dos Dias da Silva - Lordelo

    - Casa do Ribeiro – data de final do séc. XIX e enquadra-se também, arquitetonicamente falando na designação de Casa de Brasileiro”
    - Ponte das Penhas Altas – data da Idade Média, fica no lugar de Pedras Altas, sobre o rio Ferreira, tem dois arcos redondos. O tabuleiro, as guardas e o cavalete são de aparelho irregular cujo blocos não são esquadriados.

    Paredes - Ponte das Penhas Altas - Lordelo

    Freguesia de Louredo
    - Igreja de S. Cristóvão, Matriz de Loured
    o – data de 1715, comprovado pela escritura para a construção do retábulo da capela mor. A fachada tem um frontão triangular, é ladeada por duas torres sineiras. O portal é encimado por um nicho, com a imagem do padroeiro e ladeado por janelas ao nível das quais se encontram duas gárgulas de granito. No interior, tem retábulos em talha dourada, sendo que os dois colaterais são da mesma época do da capela mor.

    Paredes - Igr. de S. Cristóvão

    - Pelourinho de Louredo – no lugar do Facho

    Paredes - Pelourinho de Louredo

    - Casa da Venda (Antigo Sanatório) – no lugar de Venda, data do início do séc. XX. Foi inicialmente habitação e, posteriormente, adaptado a sanatório. Adotou estilos de arquitetura e decoração caraterísticos das mansões dos séc. XVII e XVIII. Entrou em degradação na década de 60 do séc. passado e está agora em ruínas

    Paredes - Casa da Venda - Louredo

    - Quinta de Louredo –fica no lugar de Herdade, data dos séc. XVIII, XIX e é constituída por um conjunto de edifícios, seguindo o tipo de casa rural nortenha, de Entre Douro e Minho

    Paredes - Quinta do Louredo

    - Forca – apesar de ser conhecida por forca, não se sabe exatamente qual a sua função. Tem planta quadrangular, três corpos distintos sobrepostos e um remate em pirâmide. Data do séc. XIX.

    Paredes - Forca - Louredo

    Freguesia de Mouriz
    - Casa e Quinta da Amoreira -
    , no lugar de Amoreira, data do séc. XVIII. Consta de edifício principal, capela, lagares, eira, espigueiro e tanque e ainda edifício destinado à habitação de caseiros, armazenamento de produtos e alfaias agrícolas e cortes para gado. A capela é em estilo barroco, com altar em talha dourada. Toda a quinta é murada, apresentando um belo portão principal, armoriado e encimado por duas estatuetas representando a “Amoureira” e “Mouriz”.

    Paredes - Casa e Qtª Amoreira - Mouriz

    - Necrópole da Cruz – é de origem romana, no lugar de Cruz e foi encontrada na década de 60 do século passado, quando se procedeu ao arroteamento de um terreno de mato. Tinha várias sepulturas em cova, que continham vários vasos de cerâmica

    Freguesia de Parada de Todeia
    - Necrópole de Parada de Todeia – necrópole romana, no lugar de Igreja, foi encontrada em 1921 numa das encostas do cabeço onde fica a Igreja Paroquial, tendo o achado sido acompanhado por Mendes Corrêa. Nas escavações descobriram algumas sepulturas de inumação e incineração e vasos em cerâmica, uma fivela e um anel. Foram também encontrados vestígios de um povoado.

    Freguesia de Sobreira
    - Minas de Ouro de Castromil e Banjas – aqui se encontram vestígios de exploração de minas de ouro, no tempo dos romanos. Hoje, o Centro de Interpretação das Minas de Ouro de Castromil e Banjas divulga e valoriza o património Geológico, Arqueológico e Cultural de Paredes num espaço próprio, acolhedor e ponto de partida para visitas às Minas de Ouro de Castromil, promovidas pela Câmara Municipal, em parceria com o Departamento de Geociência, Ambiente e Ordenamento do Território da FCUP (Faculdade de Ciências da Universidade do Porto)

    Paredes - Minas de Castromil - Sobreira          Paredes - Centro Interp. Minas Castromil-Sobreira

    - Aras de Santa Comba – no lugar de Stª Comba, aras ou altares talvez levados do Couto Mineiro de Banjas, para junto da Capela de Stª Comba, onde agora estão

    Paredes - Antas de Stª Comba - Sobreira

    - Couto Mineiro de Banjas – da época romana, o Couto Mineiro das Banjas,está inserido na Faixa Auroantimonífera do Douro e é constituído por seis concessões, seis poços, que vão de Sobreira a Melres, no concelho de Gondomar. Nestas minas foram explorados chumbo, antimónio e ouro, tendo os romanos explorado, sobretudo os filões de quartzo aurífero, como o provam os testemunhos, tanto a céu aberto, como subterrâneos e os espólio encontrado.
    De finais do séc. XIX até meados do séc.. XX foi explorado muito antimónio e o ouro com sub produto. Das instalações antigas, ficou visível o local onde o minério era tratado.
    - Ponte da Casconha – ponte da Idade Média, sobre o rio Sousa, no lugar de Casconha

    Paredes - Ponte da Casconha - Sobreira

    - Necrópole de Vandoma – vestígios de ocupação romana, no lugar do Cabo. Foi descoberta em 1978/9, quando se procedia à construção de um depósito de água – ali foram encontrados vasos de cerâmica, um jarro de bocal trilobado e uma bilha, embora fragmentados.

    Freguesia de Vila Cova de Carros
    - Aqueduto e Tanques de Cima de Vila - séc. XIX, arquitetura de água – caleira escavada em blocos de granito, colocados horizontalmente, seguindo a morfologia do terreno, para levar a água às populações, a uma distância de cerca de 500 m

    Paredes - Aqueduto E Tanques de Cima de Vila-Vila Cova de Carros

    Freguesia de Vilela
    - Carro Votivo e Espeto – este Carro Votivo, em bronze, data de meados do primeiro milénio a.C. Foi encontrado em 1920, na Bouça do Custódio, Monte da Costa Figueira – tem 38,5 cm de comprimento e, pela disposição das figuras relativamente ao carro, é muito revelador, em termos arqueológicos, dando elementos tecnológicos, sociais e religiosos de há mais de dois mil anos. Este carro votivo está no Museu da Sociedade Martins Sarmento.

    Paredes - Carro Votivo - Vilela

  • Gastronomia

    A gastronomia de Paredes assenta, como não podia deixar de ser, nos bons produtos da terra, nos animais criados no próprio território e na tradição que vem de longe, de geração em geração. Um dos pratos mais caraterísticos é o cabrito assado com arroz de forno, este feito num alguidar, de barro, que vai ao forno ao mesmo tempo que o cabrito.

    Paredes - Cabrito no forno

    Depois vem a sopa seca, especialmente preparada na altura do Natal e na das vindimas e que consta de pão, açúcar, água, canela e hortelã – é feita uma calda aromatizada com canela e hortelã em que depois o pão é mergulhado e retirado para recipiente que possa ir ao forno – é colocado em camadas, cada uma delas polvilhada com canela e vai a tostar ao forno. Serve-se ainda quentinha.

    Paredes - Sopa Seca

    Outra das iguarias caraterísticas de Paredes é a regueifa, tipo de pão doce que é muito usual nas romarias e feiras.

    Paredes - Regueifa

    Há algum tempo foi “inventado” um doce a que deram o nome de cavaco, para simbolizar os pedaços de madeira desperdiçados na indústria de móveis – é baseado na doçaria antiga e é constituído por uma massa tipo pão doce, enrolada em forma de paralelepípedo e recheada com creme de ovos, castanhas moídas, açúcar, canela e limão. São, assim, utilizadas as castanhas, produto da terra.

    Paredes - o doce cavaco

    Embora esteja consideravelmente perto do Rio Douro, Paredes integra, também, a região Demarcada de Vinhos Verdes na sub-região do Vale do Sousa, em que existe um número considerável de produtores.

  • Feiras, Festas e Romarias

    Paredes (Castelões de Cepeda)
    - Festa da Srª da Guia –
    Castelões e Cepeda – 12 a 14 de Junho
    - Festa de S. José – Castelões e Cepeda – 1º domingo de agosto
    - Festas da cidade e do Divino Salvador – 3º domingo de julho

    Aguiar de Sousa

    - Festa de Nª Srª dos Remédios – Sarnada - 1º domingo de Julho
    - Festa da Srª do Salto – lugar de Srª do Salto – 1º domingo de maio

    Astromil
    - Festa de Stª Marinha – Astromil – 2º domingo de julho

    Baltar
    - Festa da Srª dos Aflitos – Baltar – final de maio
    - Festa de Nª Srª das Necessidades – Fagilde – 3º domingo deagosto
    - Festa de S. Miguel – lugar da Igreja – fim de setembro

    Besteiros
    - Festa de Nª Srª da Conceição – Besteiros – 8 de dezembro
    - Festa da Srª de Fátima – Besteiros – último domingo de maio
    - Festa de S. Domingos – Besteiros – 1º domingo de agosto
    - Festa dos Padroeiros S. Cosme e S. Damião – Besteiros – fim de semana a seguir a 8 de setembro

    Beire
    - Festa de Nª Srª do Rosário
    – Beire – 1º domingo de julho
    - Festa de S. Luis – Beire – 3º domingo de Setembro

    Bitarães
    - Festa da Srª dos Chãos – Bitarães – 7 e 8 de setembro
    - Festa de S. Tomé – Bitarães – 1º domingo de Julho

    Cete
    - Festa da Srª do Vale – Cete – 2º domingo de setembro
    - Festa de Stª Cruz – Cete – 1º domingo de maio

    Cristelo
    - Festa da Srª de Fátima – Cristelo - Maio
    - Festa de S. Miguel – Cristelo - setembro

    Duas Igrejas
    - Festa da Srª do Ô – Duas Igrejas – 2º domingo de Dezembro
    - Festa do Espírito Santo – Duas Igrejas – 7 semanas depois da Páscoa

    Gandra
    - Festa de Nª Srª da Conceição - Gandra – 15 de agosto
    - Festa de Stº Amaro – Gandra - janeiro
    - Festa de S. Miguel de Gandra – Gandra – fim setembro/início outubro
    - Festa de S. Sebastião – Gandra - Julho

    Gondalães
    - Festa da Srª da Esperança – Gondalães – na semana a seguir à Pascoa

    Lordelo
    - Festa de Nª Srª do Alívio – Lordelo – 15 dias depois da Páscoa
    - Festa de S. Roque e de Stª Tecla – Lordelo – 2º domingo de Junho
    - Festa do Divino Salvador e Festa da Cidade – Lordelo – 3º domingo de junho

    Louredo
    - Festa de Nª Srª de Fátima - Louredo – 2º domingo de maio
    - Festa de S. Cristóvão – Louredo - agosto

    Madalena
    - Festa de Stª Maria Madalena – Madalena – 22 de julho

    Mouriz
    - Festa da Srª do Rosário – Mouriz – 1º domingo de outubro
    - Festa da Srª de Fátima – Mouriz – 3º domingo de maio (1º a seguir a 13)
    - Festa de S. Romão – Mouriz – 18 de novembro ou domingo seguinte

    Parada de Todeia
    - Festa da Srª dos Remédios – Parada de Todeia – 2º domingo de junho
    - Festa de S. Martinho – Parada de Todeia – meados de novembro

    Rebordosa
    - Festas da Cidade e de S. Miguel – Rebordosa – 1º domingo de julho
    - Festa da Serragem da Velha – Rebordosa – 4ª feira a meio da Quaresma

    Recarei
    - Festa de Stª Águeda – Recarei – 1º domingo de fevereiro
    - Festa de Stª Catarina – Recarei – 3º domingo de maio
    - Festa do Bom Despacho – Recarei – 15 de agosto

    Sobreira
    - Festa da Imaculada Conceição – Sobreira – 8 de dezembro
    - Festa do Sr. do Pinhal – Sobreira – 1º domingo de setembro
    - Festa de S. Pedro – Sobreira – 29 de junho
    - Festa de Stª Comba – Sobreira – 22 de julho

    Sobrosa
    - Festa de S. Sebastião e Stª Eulália – Sobrosa – 1º domingo de agosto

    Vandoma
    - Festa da Padroeira Stª Eulália – Vandoma – 10 de Dezembro ou domingo a seguir
    - Festa do Bom Sucesso – Vandoma – 3º domingo de Maio

    Vila Cova de Carros
    - Festa da Srª da Batalha – Vila Cova de Carros – 1º domingo de setembro

    Vilela
    - Festa da Srª da Hora – Vilela – 40 dias após a Páscoa
    - Festa de Stº Estêvão – Vilela – 26 de Dezembro

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA  334 km PORTO   38 km
    Aveiro   95 km Guarda  221 km
    Beja  468 km Leiria  203 km
    Braga   66 km Portalegre  313km
    Bragança  177 km Santarém  268 km
    Castelo Branco  276 km Setúbal  368 km
    Coimbra  140 km Viana do Castelo   99 km
    Évora  426 km Vila Real   66 km
    Faro  569 km  Viseu  148 km
  • Itinerários Possíveis

    Itinerário 1
    Paredes (A) – Mouriz (B) – Baltar (C) – Aguiar de Sousa (D) – Sobreira (E) – Parada de Todeia (F) – Cête (G) – Paredes (H)
    Visita de Paredes, dos seus valores do património, como dos das freguesias e lugares indicados. Para além do património, a paisagem e a gastronomia merecem também alguma atenção

    Total de km – 47 km
    Tempo de percurso – 54 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Paredes - Itinerário 1

    Itinerário 2
    Paredes (A) – Vila Cova de Carros (B) – Vandoma (C) – Lordelo (D) – Duas Igrejas (E) – Cristelo (F) – Louredo (G) – Bitarães (H) – Paredes (I)
    Como o itinerário anterior também este passa por algumas freguesias de Paredes, cujo património, paisagem, merecem uma visita. Claro que pode sempre beneficiar-se dos prazeres da mesa.

    Total de km – 31 km
    Tempo de percurso – 56 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Paredes - Itinerário 2

    Itinerário 3
    Paredes (A) – Vilela (B) – Rebordosa (C) – Gandra (D) – Baltar (E) – Paredes (F)

    Apreciar o património, a paisagem, de todo este percurso, e deliciar-se com a boa e deliciosa gastronomia. Neste itinerário, sendo possível, que tal uma visita ao circuito de Baltar?.

    Total de km – 25 km
    Tempo de percurso – 33 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Paredes - Itinerário 3

  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no Distrito do Porto, a que Paredes pertence,  e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.

    - Hotéis
    - Solares
    - Turismo Rural 
    - Restaurantes

     

     

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