Peso da Régua

Cidade Internacional do Vinho e da Vinha

A cidade de Peso da Régua, hoje com uma frente de rio muito apelativa, conheceu grande desenvolvimento a partir da altura em que o Marquês de Pombal criou a Companhia Geral das Vinhas do Alto Douro, em 1756. Apesar do incremento do comércio do vinho, só em 1836 Peso da Régua passou a concelho.

O Marquês de Pombal, com a constituição da Companhia Geral das Vinhas de Alto Douro, mandou delimitar as melhores áreas de produção de vinha e dos melhores vinhos, com marcos de granito, que foram denominados de Marcos de Feitoria – foi assim criada a 1ª Região Demarcada e regulamentada do Mundo.
A partir de então Peso da Régua, onde a Companhia era sediada, era o centro nevrálgico do comércio do Vinho do Porto – vinho generoso, produzido desde a antiguidade, mas que só começou a ser comhecido como tal a partir do séc. XVII. Acondicionado em pipas, o vinho era transportado nos barcos rabelos para as caves existentes em Vila Nova de Gaia.

  • Onde?

    Peso da Régua fica mesmo à beirinha do Rio Douro, próximo da foz do rio Corgo, que vem de norte e da do Varoso, vindo do sul. Dum lado e doutro do Douro, os socalcos e as videiras, como que dispostas a régua e esquadro… As várias quintas ali estabelecidas e que produzem não só vinho do porto, como bom vinho de mesa, põem extremo cuidado não só na plantação ordenada e que permita uma vindima o mais fácil e económica possível, como no tratamento que tem de ser assegurado, à vinha, ao longo do ano, e em épocas específicas.
    À beira rio, do lado do Peso da Régua, segue a linha férrea que o percorre desde Cinfães e até Pocinho, e que nos permite apreciar paisagens únicas, do rio e das margens, não só no Concelho da Régua.

     Peso da Régua - Rio e vinhas

  • O quê?

    A origem do nome Peso da Régua é complicada – existem opiniões de vários estudiosos relativamente aos dois nomes – Peso e Régua.
    Para Peso são consideradas duas explicações plausíveis:
    - uma diz que “Peso” tem a ver com o lugar onde as mercadorias eram pesadas e, logo, eram calculados e pagos os impostos
    - outra, defende que terá surgido porque seria o lugar onde os animais de transporte eram alimentados ou pensados…
    No que se refere a Règua, as hipóteses de derivação do nome são três:
    - tendo a zona sido ocupada pelos romanos,. Haveria no sítio uma “Vila Régula”, casa de campo romana
    - outra, acha que deriva de “récua”, ligado aos ajuntamentos de cavalgaduras (récuas), que passavam o Douro, naquele local
    - outra, que viria de “Reguengo”, designação das terras dos reis
    Pode ainda assentar em “Regra”, direito de ser herdada de ascendentes ou transmitido a descendentes, através de um foral – esta teoria está ligada à doação que o Conde D. Hednrique fez a D. Hugo, por volta de 1093 e que este fez a D. Egas Moniz. Desta “regra” passou a Régoa” e, mais tarde a Régua.
    Peso da Régua foi elevado à categoria de cidade em Agosto de 1985 e, em 1988, foi reconhecida pelo Office Internacional de la Vigne et du Vin como Cidade Internacional da Vinha e do Vinho.

    Peso da Régua - margem do rio Douro             Peso da Régua - rio e vinhas

     

  • Património a descobrir

    Peso da Régua
    - Edifício da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas de Alto Douro – a Companhia foi fundada pelo Marquês de Pombal no final de Agosto de 1756, com a principal função de demarcar as vinhas suscetíveis de produzir vinho do Porto, com o que criou a primeira região demarcada do Mundo – a Região Demarcada do Douro.
    No edifício notam-se diferentes fases de construção, que tiveram lugar nos séc. XVIII e XIX, em que se pode ver um pátio central.

    Peso da Régia - Casa da Cia Agrícola das Vinhas de Alto Douro

    - Museu do Douro – hoje, a antiga casa da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro é o edifício onde está instalado o Museu do Douro que tem por missão, de acordo com o Decreto com que foi criado, “reunir, conservar, identificar e divulgar o vastíssimo património museológico e documental disper4so pela região, devendo constituir um instrumento ao serviço do desenvolvimento sociocultural da Região Demarcada do Douro”.
    O Museu é gerido pela Fundação Museu do Douro.

    Peso da Régua - Museu do Douro

    - Casa do Douro - em 1932 foi criada da Casa do Douro, que se destinava a ser a entidade reguladora dos vinhos da região. Tem, no interior, um tríptico de vitrais da autoria de mestre Lino António. Os vitrais são de dimensão considerável, representando, os laterais, um a agricultura e outro o comércio e, o central, representa a própria Casa do Douro, mostrando um papiro com o nome. Abaixo está o que representa a agricultura

    Peso da Régua - Casa do Douro             Peso da Régua - Vitral da Casa do Douro

    -Igreja Matriz – séc. XVIII
    - Capela do Cruzeiro – séc. XVIII
    - Cruzeiro do Senhor da Agonia
    - Capela das Sete esquinas – séc. XVIII
    - Casa Vaz – séc. XVIII
    - Casa do Dispensário – séc. XVIII
    - Capela do Asilo 
    - Teatrinho da Régua
    - Padrão comemorativo da viagem de Gago Coutinho e Sacadura Cabral- Estação Ferroviária da Régua, onde o comboio chegou a 14 de Julho de 1879
    - Igreja Matriz de Godim

    Peso da Régua - Igr. Matriz de Godim

    - Casa da Quinta das Nogueiras (séc. XIX), próximo de Godim, a paisagem é dominada pela vinha
    - Casa de Stª Maria, também próximo de Godim

    Freguesia de Canelas e Poiares
    - Estação Arqueológica da Fonte do Milho – MN, contém os vestígios da ocupação romana da região

    Peso da R´wgua - Est. Arq. da Fonte do Milho

    - Santuário de Nª Srª das Candeias

    Peso da Régua - Santuárfio Nª Srª Candeias

    - Igreja Matriz de Poiares – era parte do Mosteiro da Ordem do Templo, com um exterior simples tem, no interior várias preciosidades como adornos em talha dourada do séc. XVIII

    Peso da Régua - Igr. Matriz de Poiares

    – Cruz Santa de Poiares – uma cruz de Malta, em pau santo e revestida de lâminas de prata e várias figuras. Data do séc. XIII. Para ver esta relíquia, temos de nos dirigir ao colégio Salesiano de Poiares
    - Capela de Nª Srª da Graça

    Freguesia de Fontelas
    - Igreja Matriz – tem cerca de 200 anos. No interior, tem um altar mor de talha renascentista.
    - Fontelas tem várias Capelas dos séc. XVII, XVIII e XIX. Destas, a Capela de S. Paulo, que se pensa ser anterior a 1700, foi trazida em 1880 do Monte do Viso, para Fontelas.
    - Estância Termal das Caldas de Moledo – local de lazer e tratamento de várias maleitas, com recurso à qualidade das águas daquela nascente.
    - Pelourinho de Fontelas

    P Régua - Pelourinho de Fontelas

    NOTA: “doce mar de mosto” era como Miguel Torga classificava a paisagem de que desfrutava, quando subia os caminhos, nesta freguesia. Fontelas, embora não se saiba exatamente quando teve origem, foi Abadia do Bispo do Porto e saqueada pelo exército do General Junot, aquando das invasões francesas.

    Freguesia de Galafura e Covelinhas

    - Cemitério Paleocristão de Galafura, ou Cemitério Mouro - onde podem ser vistas sete campas cavadas em xisto e que datam dos séc VII/VIII.
    - Galafura foi fundada pelos mouros, num lugar hoje conhecido por Fonte dos Mouros ou Cemitério Mouro. Fica afastada da atual localização da povoação, para ali mudada por causa de invasões de formigas, que teve a ver com o facto de o local ter sido um cemitério romano – foram achados muitos utensílios, moedas – uma de ouro com a efígie e nome de Agripina- e algumas vasilhas de barro com cinzas, o que pressupõe que já naquela tempo os mortos eram cremados. Nas imediações encontraram-se também poços romanos, alguns profundos, o que denotava a extração de minério

    Peso da Régua - Galafura e seu miradouro

    - Miradouro e Monte de S. Leonardo – fica a Este da povoação de Galafura e a 566 m de altitude. No local existiu um castro-romano, governado por Galafre, de cujo nome deriva o de Galafura. Era neste miradouro que Miguel Torga gostava de admirar a paisagem, “mergulhava” no rio e na outra paisagem envolvente do “Doiro sublimado”. Numa pedra está gravado um excerto da obra deste escritor, um dos maiores do séc. XX, em Portugal
    - Castro de Covelinhas – o castro foi edificado pelos romanos, após terem expulsado os Cartagineses da Península Ibérica, cerca de 202 a.C, para se defenderem de invasores. Covelinhas teve foral, dado por D. Afonso Henriques e seu filho, D. Sancho I procedeu ao repovoamento desta e outras povoações. No foto, a estação do caminho de ferro, mesmo à beira do Douro.

    Peso da Régua - Est. de Covelinhas

    Freguesia de Loureiro
    - Miradouro do Alto de Stº António – a vista sobre a Régua e a zona envolvente é fantástica de beleza e amplitude
    - Igreja Matriz e Capelinha – ficam também localizadas na espécie de varanda sobre a Régua. Na Capelinha, está sepultado Heitor Mesquita, que os devotos chamam Justo Heitor – em vida este homem foi um grande benfeitor do povo local e, após a sua morte, muitos recorrem a ele em busca de conforto espiritual.

    P Régua - Igr. Matriz de Loureiro

    - Quintas de Stª Júlia e Qtª da Torre, ambas do séc. XVIII e a de Travassos, mais ou menos da mesma altura e onde viveu a Ferreirinha.

    Freguesia de Moura Morta
    - Ruínas da Casa da Ordem de Malta – o nome deriva, segundo a tradição, da lenda segundo a qual uma princesa moura teria sido assassinada pelos Templários, naquele lugar, por se recusar a abandonar a sua fé e tornar-se cristã. Os Templários terão estado em Moura Morta até ao ano de 1319, quando D. Dinis, por ordem do Papa Clemente V, dissolveu a Ordem de Malta. Fica nas encostas da Serra do Marão, foi vila e concelho e teve foral de D. Manuel, em 1514.
    - Ruínas da Câmara e da Cadeia – estas ruínas provam que Moura Morta foi realmente importante, no mesmo período em que ali estava a Ordem de Malta.
    - Igreja Matriz

    P Régua - Igreja Matriz de Moura Morta

    - Casa da Comenda
    – séc. XVIII
    - Ponte Medieval de Cavalar
    - Cruzeiro Centenário

    Freguesia de Sedielos
    - Igreja Matriz
    – data de 1739 e é merecedora de uma visita
    - Cruzeiro

    P Régua - Cruzeiro de Sedielos

    - Várias Igreja e Capelas – por toda a freguesia
    NOTA: esta freguesia alterna entre fragas e planaltos, alternando de facto entre o Dou e o Minho… Sedielos, proveniente da palavra latina “setanellu” pode referir-se quer a uma espécie de nespereira, quer a uma variedade específica de alhos ou cebolas silvestres, que abundavam em Sedielos, na altura em que a povoação foi fundada.

    Freguesia de Vilarinho dos Freires – paisagem dominada pela Vinha
    - Castro de Vilarinho dos Freires – foi, como o de Covelinhas edificado pelos romanos, para sua defesa.
    - Igreja Matriz – foi erguida em homenagem à padroeira, Nª Srª das Neves
    - Capela Quinta da Ponte
    - Casa Grande
    - Casa da Carranca

    P Régua - Vista de Vilarinho dos Freires

    Freguesia de Vinhós
    - Fraga da Ermida – fica no lugar de Ermida, numa das encostas da Serra do Marão e é o sítio onde a águia real põe o ninho – Aldeia de Águias é o título de um romance de Guedes Amorim que centra a sua estória no lugar e na fraga de Ermida.

    P Régua - Fraga da Ermida - Vinhós

    - Igreja Matriz – a construção data de 1739 e merece uma visita, tal como Vinhós cuja origem data da fundação da nacionalidade

    FIGURAS ILUSTRES

    D. ANTÓNIA ADELAIDE FERREIRA, a FERREIRINHA
    – foi a administradora da maior Casa agrícola do Douro. A sua atuação, na sequência do negócio feito pelo tio – venda dos armazéns de Vila Nova de Gaia e do vinho do Porto existente abaixo do preço, compra de toda a produção do Douro e, com o resultado da venda, transporte para a Figueira da Foz dessa produção. Daí seria exportada para o estrangeiro – isto na perspetiva, que se veio a verificar, das lutas entre liberais e absolutistas, guerra civil que muito afetou o Porto, em todos os sentidos, tendo o vinho dos armazéns de Gaia sido despejado no rio Douro.
    Enquanto que a barra do Porto estava fechada a família Ferreira prosseguia as suas exportações, a partir da Figueira da Foz e, assim, foi ficando mais rica e poderosa. D. Antónia casou com o seu primo direito e tiveram dois filhos – Maria d’Assunção, que depois foi condessa da Azambuja e um rapaz que ficou com o nome do pai e do avô, Bernardo. Foi após a morte do marido que D. Antónia se revelou uma mulher de negócios, uma mulher empreendedora também – fez grandes plantações de vinha e grandes obras de benfeitoria, tendo-se tornado uma figura relevante, mesmo a nível de País.
    De tal maneira que o Duque de Saldanha, Presidente do Conselho de Ministros, queria casar o seu filho com a filha de D. Antónia, pedido que ela recusou porque a menina tinha apenas 11 anos. No entanto, o Duque planeava raptar a menina e D. Antónia, ao sabê-lo, vestiu-se a ela e à filha, de camponesa e fugiu para Espanha e depois para Inglaterra, tendo-se refugiado em Londres.
    Mais tarde, casada a filha com o Conde de Azambuja, D. Antónia casou com Francisco José da Silva Torres, seu secretário.
    Quando tinha já mais de 50 anos, D. Antónia comprou todo o vinho do Douro, como forma de ajudar os agricultores na luta contra os baixos preços resultantes de um período de abundância. Com o vinho nos armazéns, surgiu a “filoxera”, doença que destruiu a quase totalidade doas vinhas, provocando miséria entre os durienses. Com a sua capacidade de negociação e os armazéns cheios de vinho, negociou o melhor possível com os ingleses e tornou a cada Ferreira mais rica ainda.
    Depois da “filoxera”, mandou replantar as vinhas, pagou a construção de quilómetros de estradas e de caminhos de ferro, tendo dado trabalho a mil operários e ficando com acessos para as suas 23 quintas, com milhões de cepas. Em 1880 ficou de novo viúva, mas continuou na mesma senda de empreendedora e benfeitora, ajudando a construir os hospitais de Peso da Régua, Vila Real, Lamego e Torre de Moncorvo. Mandou ainda construir, em Moledo, um palácio para acolher o Rei D. Luiz, as termas, a piscina e o fabuloso parque. Ainda ajudou a Misericórdia do Porto, ficando estabelecido que prestaria ajuda a qualquer seu familiar. Nasceu em 1810, em Godim, viveu a infância na Casa Travassos e faleceu na Casa das Nogueiras, em 1896. Dois anos depois da sua morte foi criada a Companhia Agrícola dos Vinhos do Porto, mais conhecida por “Casa Ferreira”.

    P Régua - D. Antónia Ferreira

    BARÃO DE FORRESTER - Joseph James Forrester nasceu em Hull, Escócia, em 1809, e veio para Portugal em 1830, para a região do Douro, tendo iniciado a carreira comercial, dedicado ao comércio do Vinho do Porto. Teve o apoio de um tio que era um grande comerciante no Porto.
    Era um homem culto, que escrevia, era poeta, desenhava e pintava – foi ele que desenhou todo o curso do Rio Douto, trabalho de exatidão excecional que, como tal foi considerado pelo Governo da altura, de tal maneira que lhe foi atribuído o título de Barão, pela primeira vez a um estrangeiro.
    Para navegar no Douro, mandou construir um barco do tipo dos rabelos, ricamente decorado e apetrechado e com uma tripulação competente – aí dava jantares aos amigos. Quando, em certa altura, foi visitar D. Antónia Ferreira, levou-a a passear no barco e, na zona do Cachão da Valeira, ele voltou-se e o Barão acabou por falecer não tendo sido recuperado o corpo – os relatos dizem que D. Antónia se salvou devido à roda do seu vestido, que funcionou como um balão não deixou que se afogasse. Esta zona do Cachão era uma das preferidas do Barão de Forrester, que chegou a desenhá-la.

    P Régua - Barão de Forrester

    MARQUÊS DE POMBAL – Sebastião José de Carvalho e Melo nascei em 1699, em Lisboa – foi muito importante para a região do Douro por ter criado a Companhia da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, com a colaboração de grandes viticultores da zona. Por volta de 1756, os principais objetivos da Companhia eram a demarcação da região, a regulação e fiscalização dos vinhos e da sua exportação, a emissão das guias de trânsito, regulação dos preços, para além dos privilégios na venda do vinho do Porto e na destilação e fornecimento de aguardentes.

    P Régua - Marquês de Pombal

    ANTÃO DE CARVALHO – nasceu em 1871, em Vila Seca, freguesia de Poiares. Formou-se em Direito, em Coimbra e exerceu vários cargos oficiais, desde presidente da Câmara a Secretário de Estado e mesmo Ministro da Agricultura.
    No seu percurso, foi também Presidente da Comissão de Viticultores da Região do Douro, numa altura em que o comércio do vinho e da lavoura na região do Douro estavam a atravessar uma crise. Elaborou, com outros colaboradores, um Estatuto do Douro, que veio a ser aprovado pelo Governo (isto em 1932), tendo dado origem à Federação Sindical dos Viticultores da Região do Douro, que passou depois a Casa do Douro. Faleceu em 1948.

    P Régua - Antão de Carvalho

    JOÃO DE ARAÚJO CORREIA – nasceu em 1899, na freguesia de Canelas e, depois do percurso escolar normal, entrou na Escola de Medicina do Porto. Teve que interromper por motivo de doença e, passados anos, retomou o curso e passou a exercer, na Régua.
    Aliou à prática da medicina a escrita e publicou alguns escritos, relacionados com a sua profissão. Mantinha correspondência com personalidades da época, pertencentes a várias áreas mas, maioritariamente à literária – Egas Moniz, Júlio Brandão, Júlio Dantas, Irene Lisboa, Ricardo Jorge, Gago Coutinho, Abade Baçal, Aquilino Ribeiro e muitos outros.

    P Régua - João Araújo Correia

  • Gastronomia

    O prato mais celebrado da gastronomia do concelho de Peso da Régua é o cabrito assado, com arroz de forno. Os enchidos são, naturalmente, produzidos e consumidos no concelho, assim como não podemos esquecer os peixes do rio e o bacalhau, que é consumido de variadas maneira, em todo o País.
    Como doce, o mais referido é o leite creme mas temos ainda, para adoçar a boca, os rebuçados da Régua, que as vendedeiras promovem na estação de caminhos de ferro, os rabelos, as falachas (com farinha de castanha), as ferreirinhas, as régulas.
    Sendo a Régua como que o “centro” do vinho e da vinha, digamos que a gastronomia é o complemento ideal para saborear todos os deliciosos vinhos da região, seja ele branco, tinto ou generoso…
    Peso da Régua - Cabrito Assado          Peso da Régua - Falachas (doce)     

    Peso da Régua - rabelos (doce)                       Peso da Régua - o famoso Porto 

  • Feiras, Festas e Romarias

    - Festa de Nª Srª das Candeias – Canelas – 2 de fevereiro e 15 de agosto
    - Festa de Stª Comba e de Nª Srª da Soledade – Covelinhas – 3ª semana de agosto
    - Festa de S. Miguel – Fontelas – 1º domingo de agosto
    - Festa de S. Vicente – Galafura – 22 janeiro
    - Festa de Stª Bárbara e S. Leonardo – 25 de agosto
    - Festa da Ascensão – Godim – domingo de Ascensão
    - Festa de S. Pedro – Loureiro – 29 de junho
    - Festa de Nª Srª da Conceição – Loureiro – 8 de dezembro
    - Festa de Justo Heitor – Loureiro – 24 de agosto
    - Festa de S. Brás – Moura Morta – 3 de fevereiro
    - Festa de Stª Comba – Moura Morta – 20 de julho
    - Festa de S. Faustino – Peso da Régua – 16 e 17 de fevereiro
    - Festa de Stº António – Peso da Régua – 12 junho
    - Festa de S. João do Rio – Peso da Régua – 24 de junho
    - Festa de Nª Srª do Socorro – 14 a 16 de agosto
    - Festa de Nª Srª da Graça – Poiares – 1º domingo de agosto
    - Festa de S. Miguel – Poiares – 2ª feira a seguir à festa de Nª Srª da Graça
    - Festa de Stª Bárbara – Poiares – 3ª feira a seguir à festa de Nª Srª da Graça
    - Festa de Santiago – Sedielos – 25 de julho
    - Festa de Stª Maria de Sedielos – 15 de agosto
    - Festa de Nª Srª de Guadalupe – Sedielos – 7 de setembro
    - Festa de Stª Luzia – Sedielos – 13 de dezembro
    - Festa de Stº Amaro – Vilarinho de Freires – 15 de Janeiro
    - Festa de Nª Srª das Neves – Vilarinho de Freires – 5 de agosto
    - Festa de S-. Bartolomeu – Vilarinho dos Freires – 24 de agosto
    - Festa de Stª Bárbara – Vilarinho dos Freires – 1º domingo de setembro
    - Festa de S. João – Vinhós – 24 de junho
    - Festa de S. Miguel – Vinhós – 28 de setembro

     

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA  385 km PORTO  101 km
    Aveiro  139 km Guarda  145 km
    Beja  489 km Leiria  222 km
    Braga  136 km Portalegre  326 km
    Bragança  133 km Santarém  287 km
    Castelo Branco  239 km Setúbal  387 km
    Coimbra  154 km Viana do Castelo  158 km
    Évora  425 km Vila Real    32 km
    Faro  588 km  Viseu    68 km
  • Itinerários Possíveis

    Itinerário 1
    Peso da Régua (A) – Godim (B) – Fontelas (C) – Loureiro (D) – Caldas de Moledo (E) – Peso da Régua (F)
    Visita de Peso da Régua, e de todo o seu património. Visita também do património das freguesias e lugares indicados e, no final do percurso, seguir à beira rio e desfrutar da paisagem.

    Total de km – 30 km
    Tempo de percurso – 48 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Peso da Régua - Itinerário 1

    Itinerário 2
    Peso da Régua (A) – Moura Morta (B) – Vinhós (C) – Sedielos (D) – Vila Boa (E) – Peso da Régua (F)
    Apreciar o património de Peso da Régua, o das outras freguesias e lugares, a paisagem, os campos tão bem cuidado e, sobretudo as quintas, as vinhas, os socalcos

    Total de km – 40 km
    Tempo de percurso – 55 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Peso da Régua - Itinerário 2

    Itinerário 3
    Peso da Régua (A) – Canelas (B) – Poiares (C) – Galafura (D) – Miradouro de Galafura (E) – Covelinhas (F) – Vilarinho de Freires (G) – Peso da Régua (H)
    Apreciar o património de Peso da Régua, o das outras freguesias e lugares, sobretudo a paisagem do Miradouro de Galafura.

    Total de km – 48 km
    Tempo de percurso – 1 hora e 21 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Peso da Régua - Itinerário 3

  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no Distrito de Vila Real, a que Peso da Régua pertence, e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.

    - Hotéis
     - Solares
    - Turismo Rural
    - Restaurantes

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