Porto

Capital do norte

Existem várias teorias quanto à origem da cidade do Porto, mais ou menos próxima da foz do Rio Douro, sendo certo que toda aquela região foi ocupada por vários povos, ao longo dos tempos, desde o Paleolítico superior.

Um dois locais referidos como "ponto de partida" para a instalação da cidade é o morro de Pena Ventosa, onde foi construída, no séc. XII a Sé, que ali se mantém.

Muitas descobertas arqueológicas confirmam a importância deste morro na origem da cidade, como dito, na época pré-romana, durante a romanização e posteriormente.

 

 

  • Onde?

    Porto
    Existem várias teorias quanto à origem da cidade do Porto, mais ou menos próxima da foz do Rio Douro, sendo certo que toda aquela região foi ocupada por vários povos, ao longo dos tempos, desde o Paleolítico superior. 



    Um dois locais referidos como "ponto de partida" para a instalação da cidade é o morro de Pena Ventosa, onde foi construída, no Séc. XII a Sé, que ali se mantém. Muitas descobertas arqueológicas confirmam a importância deste morro na origem da cidade, como dito, na época pré-romana, durante a romanização e posteriormente...

    Também o nome da cidade, PORTO, foi só definitivo no início do Séc. XII, tendo passado por - Cale, Portus Cale, Portuscale, Portus e finalmente PORTO. 

    São visíveis ainda vestígios das duas cercas de muralhas, medievais - a cerca velha, dita sueva e a muralha fernandina ou cerca nova. A 1ª, construída no início da Idade Média, situa-se à volta do modesto povoado castrense no alto do morro da Pena Ventosa e pensa-se que foi construída pelos reis Suevos. 

    Durante as lutas da Reconquista é várias vezes destruída e, após ter sido nomeada bispado e entregue a D. Hugo, o burgo foi crescendo, quer intramuros, quer fora deles, estendendo-se até à praia onde desembarcavam e embarcavam mercadorias. A crescente importância económica, desperta a cobiça dos poderosos e dos reis, que lutam com os bispos pelo controlo da cidade. Foi D. João I que passou para a Igreja o senhorio, definitivamente. 

    A cidade continuou a crescer e, no reinado de D. Afonso IV é mandada edificar uma cinta de muralhas, com várias portas, que existia ainda no Séc. XVII e que foi denominada Muralha Fernandina. 

    Como não podia deixar de ser, pela sua ligação com o Douro e o Atlântico, foi desenvolvida a construção naval, bem como as relações comerciais. Do Porto vieram navios e marinheiros para participarem nas expedições comandadas pelo Infante D. Henrique ao Norte de África. O empenho das gentes do Porto nestas viagens valeu-lhes a alcunha de Tripeiros porque levavam consigo as carnes e deixavam, aos que ficavam, as tripas dos animais, para seu alimento. 

    D. Manuel deu-lhe foral que, ao que parece, retirou ao Porto grande parte dos seus privilégios, pela centralização que o Rei ordenou, dos poderes e serviços. O período filipino foi também funesto para a cidade que, só no Séc. XVIII atinge de novo o nível de cidade industrial e mercantil. 

    Também a arte vai tomando o seu lugar, no desenvolvimento da cidade e no engrandecimento de alguns edifícios construídos de raiz ou melhorados com novas formas de revestimento como a pintura a ouro e os azulejos. 

    A tecelagem entra em crise e abala o comércio que se rejuvenesce com o vinho do Alto Douro que, por ser transportado rio abaixo e comercializado a partir da cidade, foi denominado de Vinho do Porto. O comércio deste vinho, trouxe ao Porto, colónias inglesas, que se instalaram e dominavam esta área. 

    As suas qualidades intrínsecas de organização e trabalho mantiveram-se e fizeram desta cidade o que hoje é e lhe mereceu a classificação de Património Mundial. 

  • Património a descobrir

    Casa do Infante, antiga Alfândega Régia
    - mandada construir em 1352, por D. Afonso IV, aqui terá nascido o Infante D. Henrique. Funcionou depois como Casa da Moeda e Alfândega Régia, até 1859. Escavações realizadas no edifício descobriram vestígios de ocupação romana. Hoje é a sede do Arquivo Histórico do Porto, onde pode ser vista a Carta de Foral da Cidade. 

    Sé Catedral
    - românica, data dpo Séc. XII, foi várias vezes alterada, até aos nossos dias. De notar, na fachada, uma bela rosácea do Séc. XIII. A sacristia, bem como o claustro, e os azulejos das galerias e da capela datam do período gótico. Merecem reparo o retábulo do altar-mor, em talha dourada, o altar do Santíssimo Sacramento, em prata, e belas pinturas de Nicolau Nasoni. 

    Cerca Velha ou sueva
    - podem ser vistos, junto à Sé, pequenos troços da primitiva muralha, no morro da Pena Ventosa.

    Igreja de Nª Srª da Vitória
    - data de 1539 e foi reconstruída no Séc. XVIII, após ter tido um violente incêndio. Exibe belos trabalhos em talha e, num dos altares, uma imagem de Nª Srª da Vitória, em madeira, da autoria de Soares dos Reis. 

    Igreja de S. Lourenço
    -
    data do Séc. XVI, com monumental frontaria no estilo maneirista barroco-jesuítico. Nela podem ser vistas as armas dos Távoras. O altar de Nª Srª da Purificação é uma magnífica peça joanina.



    Igreja da Cedofeita
    -
    românica, rica em lendas e mistérios era o refúgio dos peregrinos que seguiam para Santiago de Compostela. É a igreja mais antiga do Porto, situada no largo do Priorado, pequena, em puro estilo românico. Fachada principal com um portal constituído por um conjunto de três molduras de arquivoltas, com capitéis decorados com animais e aves. Encimando o portal, uma janela sustentada por duas colunas. Na parte lateral, virada a Sul, um outro portal com duas arquivoltas e quatro colunas cujos capitéis foram decorados com aves e flores. O interior é de uma única nave coberta por abóbada assente em três grandes arcos, iluminado por uma rosácea situada sobre o arco do cruzeiro, por quatro frestas, duas de cada lado e pela janela da frontaria. Na parede interior direita tem a seguinte inscrição: "Jesus, Maria e Martinho".


    Igreja de Stª Clara
    -
    de origem gótica, data do Séc. XV, tendo o interior sido revestido a talha dourada, no Séc. XVIII. 

    Igreja do Convento de S. João o Novo
    - Séc. XVII, a fachada tem grandes semelhanças com a Igreja de S. Lourenço. 

    Igreja Monumento de S. Francisco de Assis
    - iniciada no Séc. XIV, é uma das mais importantes obras do barrroco, com o interior em talha dourada. 

    Igreja Privativa da Santa Casa da Misericórdia
    - data de 1550 e tem, actualmente, na capela mor, um retábulo neoclássico. 

    Paço Episcopal
    - construído no Séc. XIII, foi remodelado em 1737 segundo projecto de Nicolau Nasoni 

    Palácio da Bolsa - MN,
    - data de 1842, actuando hoje como Centro Cultural e de Conferências 

    Palácio de S. João o Novo
    - data do Séc. XVIII, fica praticamente encostado à Muralha Fernandina e foi desenhado por Nicolau Nasoni 

    Torre de D. Pedro Pitões
    - casa-torre, medieval, descoberta em 1940 quando se demoliu no local onde foi construído o Terreiro da Sé - foi posteriormente reconstruída, estando deslocada do sítio original cerca de 15 metros. 

    Torre dos Clérigos
    - barroca, da autoria de Nicolau Nasoni, foi construída na 1ª metade do Séc. XVIII. É um dos monumentos mais emblemáticos da cidade do Porto, tendo, do seu topo, uma vista panorâmica sobre a cidade e o rio Cartografia Informações Turísticas 

    Capela de Nª Srª do Ó
    -
    antiga Capela de Nª Srª da Piedade ou do Cais, tomou o actual nome por ter sido transferida para ela a imagem de Nª Srª do Ó. 

    Ponte de D. Luis I
    - foi projectada pelo Eng. Teófilo Seyrig, discípulo de Eiffel e inaugurada em1886, sendo o seu arco considerado, ainda hoje, o maior no Mundo em ferro forjado. Hoje o tabuleiro superior é usado pelo Metro do Porto, embora já tenha também sido utilizado como ligação rodoviária entre a zona da Catedral, no Porto e a Av. da República, em Vila Nova de Gaia. O tabuleiro inferior continua a ter funções rodoviárias. 

    Feitoria Inglesa
    - o edifício foi construído entre 1785 e 1790, projectado por John Whitehead e destinava-se a ser o local de reuniões dos homens de negócios ingleses, residentes no Porto. 

    Palácio do Freixo
    - data de meados do Séc. XVIII e é um dos mais notáveis edifícios do barroco civil português, da autoria do Arq. Nicolau Nasoni. O Jardim, ao estilo italiano, tem uma vista magnífica sobre o rio Douro. 

    Museu do Carro Eléctrico
    - tem uma colecção de carros eléctricos e outros carros de apoio, que marcaram a história dos transportes sobre caris da cidade 

    Museu do Vinho do Porto
    - fica no rés-do-chão do armazém do Cais Novo, edifício do Séc. XVIII, pertencente à Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro - é dedicado à importância que o Vinho do Porto e o seu comércio tiveram no desenvolvimento da cidade. 

    Museu dos Transportes e Comunicações
    - fica no edifício da Alfândega Nova, e tem exposições dedicadas ao automóvel e às comunicações. 

    Museu Nacional da Imprensa
    - é um museu vivo, com várias máquinas em funcionamento, que os visitantes podem manusear, das antigas artes da composição e impressão. A sala Rodrigo Álvares é uma homenagem ao 1º impressor português que, em 1497, imprimiu dois livros no Porto. 

    Chafariz da Colher ou Fonte da Colher
    - deve o seu nome ao imposto sobre os géneros, pago ao Bispo do Porto, também chamado de "colher". Esta fonte está adoçada à última casa da Rua de Miragaia e é considerada uma das mais antigas, como mostra a inscrição na lápide frontal, em granito, datada de 1629. Tem uma só bica e a água é considerada uma das melhores da cidade. 

    Chafariz da Rua das Taipas
    - data de 1772 obra dos moradores do Postigo das Virtudes, foi substituído pelo actual, nos fins do Séc. XVII, com elementos neoclássicos. 



    Chafariz da Rua Escura 
    - também designado como Fonte de S. Sebastião ou do Pelicano, data do Séc. XVII - esteve inicialmente na Rua Escura mas, em 1940, foi transferido para a Rua Pena Ventosa, onde se encontra ainda hoje. É formado por duas figuras femininas, simétricas e lado a lado, que suportam o friso decorativo, acima, com as armas reais. Entre as referidas figuras, está um pelicano (símbolo da Misericórdia), com um furo no peito, pelo qual, primitivamente jorrava a água. 

    Chafariz de S. Miguel-o-Anjo
    - do Séc. XVIII, projecto de Nicolau Nasoni, tem uma interessante moldura constituída por uma grade de ferro forjado e um relevo de mármore, incrustado na parte superior da bica. No topo de uma coluna, uma pequena escultura do anjo S. Miguel. 


    Estação de S. Bento
    - considerada uma das mais belas estações ferroviárias do Mundo, tem as paredes interiores decoradas com painéis de azulejos que relatam factos da História de Portugal e outros a dos transportes, terminando com a inauguração dos Caminhos de Ferro em Portugal. 


    Palácio de Cristal
    - foi construído no Séc. XIX, em pedra, ferro e cristal, para albergar exposições agrícolas. Albergou algumas e, em 1933 passou para a posse da Câmara Municipal e foi transformado em Pavilhão dos Desportos, para lá terem lugar os Campeonatos Mundial e Europeu de Hóquei em Patins, em 1952. 



    Casa da Música
    - Construção muito moderna, cujo início data do ano em que o Porto foi Capital Europeia da Cultura.

    Jardim de Serralves
    - parte do património da Fundação com o mesmo nome, é um belíssimo Jardim que pode ser visitado. 

    Castelo do Queijo ou Forte de S. Francisco Xavier
    - fortificação defensiva do Séc. XV, passou a ser designado por Castelo do Queijo por ser essa a forma das rochas onde está assente. Neste Forte existiu um oratório dedicado a S. Francisco Xavier, colocado na sua sala principal.

    Caves do Vinho do Porto
    - embora a maioria das Caves do Vinho do Porto estejam localizadas, junto ao rio Douro, em Vila Nova de Gaia, elas são uma das imagens de marca da Cidade. As vinhas, cultivadas ao longo do Douro, nas magníficas e laboriosas Quintas, são dispostas em socalcos, o que dificulta tanto os trabalhos de plantio, enxerto, tratamento e vindima. Esses mesmos trabalhos, sobretudo as vindimas, dão um colorido exuberante àquelas encostas que atrai muitos visitantes, no mês de Setembro.



    Barco Rabelo
    - Não pode ser dissociado do Porto, da navegação no Rio Douro, do comércio do Vinho do Porto e do seu s eu primeiro transporte. A origem deste barco não está, no entanto definida umas vez que apresenta características nórdicas, mediterrânicas e orientais, nenhuma delas predominante. De acordo com os relatos existentes, os barcos primitivos do Douro eram forrados com peles de animais, tendo vindo depois os forrados a madeira e estes, são definitivamente originários do Norte, até pela maneira como são construídos. Os romanos e outros povos mais longínquos trouxeram outras características que foram aperfeiçoando a adaptação às necessidades de transporte dos tonéis no rio - é um barco sem quilha, de fundo chato, de vela quadrada. Foi em 1792 que o barco rabela passou a ter uma identidade definida, quando a Companhia Geral da Agricultura das vinhas do Alto Douro publicou alvarás e documentos, conhecidos como Leis da Companhia em que aparecem informações preciosas tanto ao barco, como aos tripulantes e ao tráfego a que se destinavam. Os rabelos, único meio de transporte entre o Porto e as terras de Riba Douro, desciam o Rio Douro carregados com o vinho produzido naquelas terras. 

  • Gastronomia

    Um dos pratos mais característicos do Porto é Tripas à moda do Porto... Este prato, como reza a História, vem da época dos Descobrimentos, em que os habitantes do Porto estiveram também muito empenhados, de tal maneira que mandavam as carnes para os navios que partiam nas expedições e ficavam com as tripas para a sua alimentação. Isto valeu aos habitantes do Porto o epíteto de "tripeiros"... 

    "Tripas à Moda do Porto" é um prato forte, muito saboroso, baseado nas tripas (estômago da vaca) que são guisadas - faz-se um bom refogado - estrugido, como é mais vulgarmente denominado, no Norte - com cebola, alho, tomate, cenoura e chouriço às rodelas. Deita-se depois a tripa, previamente cozida, depois de muito bem lavada e esfregada com sal e limão, e, depois de cozinhar um pouco, o feijão branco, também previamente cozido. Um pouco de salsa, enquanto o cozinhado apura dá o toque final. 

    Também característicos da zona são o Bacalhau à Gomes de Sá - inventado pelo Sr. Gomes de Sá, comerciante de bacalhau, no Porto - os bolinhos de bacalhau, o arroz de polvo, o cabrito assado, e as francesinhas - fatias de pão empilhadas e recheadas com vários ingredientes como bife, fiambre, salsicha, queijo, encimada por um ovo estrelado e coberta também por queijo e um molho especial. 



    De doce, o arroz doce, a aletria, o leite creme, os papos de anjo, o pão-de-ló e, as rabanadas, no Natal. 
    O vinho do Porto, não pode faltar, como é óbvio. 

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA 317 km PORTO 0 km
    Aveiro 74 km Beja 485 km
    Braga 64 km Bragança 217 km
    Castelo Branco 299 km Coimbra 121 km
    Évora 407 km Faro 557 km
    Guarda 206 km Leiria 187 km
    Santarém 249 km Setúbal 353 km
    Viana do Castelo 76 km Vila Real 102 km
    Viseu 130 km    
  • Feiras, Festas e Romarias

    - Festa das Cruzes - 1º Domingo de Maio - Campanhã 
    - Festa de Stº Antoninho da Estrada - 13 de Junho - Bonfim 
    - Festa de S. João do Bonfim - 22 de Junho - Bonfim 
    - Festa de S. Pedro da Campanhã - 29 de Junho - Campanhã 
    - Festa do Divino Salvador - último Domingo de Julho - Fânzeres 
    - Festa de Stª Maria de Campanhã - 8 Setemb ro - Campanhã 
    - Festa de Nª Srª do Ó - Setembro - S. Nicolau 
    - Festa de Nª Srª do Porto - 3º Domingo de Setembro - Bonfim 
    - Festa de Stª Clara - 1º Domingo de Setembro - Bonfim 
    - Festa de Nª Srª do Porto - 13 de Setembro - Bonfim 

    JUNHO - MÊS DE SANTOS POPULARES 
    O próximo fim de semana, final do mês dos Santos Populares, fica já depois do dia de S. Pedro... e do de S. João, o mais comemorado na cidade do Porto, com muitos martelinhos e alhos porros, muita sardinha assada e fogo de artifício sobre o rio Douro... Nem o dia de S. Pedro, nem o próximo fim de semana terão a maior parte destes ingredientes. No entanto, a noite no Porto continuará a ser agitada, a ter sardinha assada e festa na rua, nos bairros populares enfeitados para todo este mês. 

    Muito embora as várias Caves do Vinho do Porto, visitáveis, se encontrem na outra margem do Rio, na zona de Vila Nova de Gaia, é uma boa hipótese para umas horas passadas a conhecer a história do Vinho do Porto, visitar as caves e, como não podia deixar de ser, provar o néctar dos deuses. 

    Do Porto para montante do Rio Douro, partem muitos cruzeiros, alguns só de passagem pelas pontes existentes perto da cidade, outros vão mais além, subindo até à Régua, a apreciar a paisagem das encostas plantadas de vinha, com o colorido característico. 

  • Itinerários Possíveis-

    Itinerário 1 - PORTO - Património Monumental
    Este itinerário destina-se a visitar o património monumental da cidade, e a pé: 
    - Casa do Infante – R. da Alfândega 
    - Sé Catedral – Terreiro da Sé 
    - Paço Episcopal - Terreiro da Sé 
    - Igreja, Convento e Palácio de S. João o Novo – R. de S. João o Novo 
    - Torre de D. Pedro Pitões - Calçada de D. Pedro Pitões 
    - Antigo Forum – Lg. Paulo Osório 

    Total de km – 4 Km

    Tempo de percurso – demorado, mais pelo tempo a visitar os monumentos que pelas vias

    Estradas –pelas ruas da cidade.

    Itinerário 2 - PORTO - Património Monumental
    Como o anterior, este itinerário é também a pé, na cidade: 
    - Igreja de Cedofeita – Lg do Priorado /R. Igreja de Cedofeita 
    - Igreja da Stª Casa da Misericórdia – R. das Flores 
    - Torre dos Clérigos – R. S. Filipe Nery 
    - Cerca Velha – Calçada de Vandoma 
    - Igreja de S. Francisco de Assis - R. do Inf. D. Henrique 
    - Capela de Nª Srª do Ó – Lg. do Terreiro 
    - Sé Catedral – Rossio da Sé? 

    Total de km – 6 Km

    Tempo de percurso – demorado, mais pelo tempo a visitar os monumentos que pelas vias

    Estradas –pelas ruas da cidade.

    Itinerário 3 - PORTO - Património Monumental
    E mais alguns monumentos para ver, nesta maravilhosa cidade: 
    - Ponte D. Luis I – Av. VÍmara Peres 
    - Palácio do Freixo e Museu Nacional da Imprensa – EN108, a Este, junto ao Rio Douro 
    - Chafariz da Rua das Taipas - Museu do Vinho do Porto - Rua de Monchique 
    - Palácio da Bolsa, hoje Centro Cultural e de Conferências - Rua Ferreira Borges 

    Total de km – 15 Km

    Tempo de percurso – demorado, mais pelo tempo a visitar os monumentos que pelas vias

    Estradas –pelas ruas da cidade.

    Itinerário 4 - PORTO - Património Monumental
    E mais alguns monumentos para ver, nesta maravilhosa cidade: 
    - Estação de São Bento - Pç. Almeida Garrett 
    - Palácio de Cristal - R. D. Manuel II 
    - Casa da Música - Av. da Boavista 
    - Parque e Jardim de Serralves - R. Bartolomeu Velho 
    - Castelo do Queijo - Pç. Gonçalves Zarco, junto à Praia e no final da Av. da Boavista 

    Total de km – 14 Km

    Tempo de percurso – 20 minutos, só o tempo de condução e algum do percurso será a pé. 

    Estradas – Estradas Nacionais e Municipais 

  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no Distrito do Porto, a que o Concelho do Porto pertence, e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.

    Hotéis
    - Solares
    Turismo Rural
    - Restaurantes 

     

     

     

     

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