Vila Real

Tradição e Futuro

Vila Real, bem próximo da Serra do Marão, nas margens do Rio Corgo, apresenta vestígios de ter sido habitada desde a pré-História, tendo também sido sujeita à ocupação de todos os povos que se instalaram na região e no território.
Com D. Dinis, é-lhe dado foral e é fundada a “pobra” (póvoa) de Vila Real de Panóias, que viria a evoluir para a cidade de Vila Real, mais tarde considerada a “Corte de Trás-os-Montes”, pelo grande número de nobres que para lá se deslocavam e aí construíam as suas mansões – isto nos sécs. XVII e XVIII, por influência da Casa dos Marqueses de Vila Real.

Vila Real e o seu concelho ficam numa região montanhosa, em que se destacam as Serras do Marão e do Alvão, separadas por vale verdejante e fértil e, próximo, o Rio Douro e a região vinhateira, com os seus vinhedos em socalcos que se estende mais a sul.
Embora esteja só a 450 m de altitude, é anualmente assolada pela neve que, lembrando frio e desconforto, empresta sempre à paisagem um “não sei quê” de belo e mágico.

  • Onde?

    A cidade de Vila Real, também capital do Distrito do mesmo nome, fica, como dito, numa região montanhosa, próxima de serras de altitude considerável, como a do Marão e a do Alvão que, naturalmente, condicionam o seu clima, de extremos com neve no inverno e muito calor no verão.Fica próxima do rio Douro e da sua azáfama vinhateira…
    Com as fáceis ligações que hoje existem, está também próxima do Porto e Oceano Atlântico, de Bragança e da Galiza.

    Vila Real - Acessos

  • O quê?

    A próxima serra do Alvão é parte do Parque Natural do Alvão, cuja área é de grande interesse paisagístico e geológico, oferecendo boas paisagens e proporcionando belos passeios.
    Vila Real tornou-se, com o decorrer do tempo, a povoação mais importante de Trás-os-Montes e Alto Douro, tendo passado a capital de província e, na década de 20 do século passado, elevada a cidade, pelo reconhecimento da sua atividade económica e simultâneo desenvolvimento demográfico. Na mesma década, foi também criada a Diocese de Vila Real.

    Vila Real - Largo Central

     

  • Património a descobrir

    Vila Real
    - Casa de Diogo Cão
    – terá sido construída no séc. XV esta casa onde terá nascido Diogo Cão, navegador que foi mandado em viagens de exploração na África ocidental e que chegou à foz do Rio Zaire, no séc. XV. Ali chegado, pensou que tinha dobrado o Cabo das Tormentas ou da Boa Esperança.
    Estabeleceu as primeiras relações com o Reino do Congo, chegou ao Cabo da Cruz (hoje Namíbia), em 1485 e foi ele que tomou a iniciativa de substituir as cruzes, de madeira, com que se assinalava os locais onde os portugueses chegavam, por marcos de pedra

    Via Real - Casa de Diogo Cão

    - Casa dos Marqueses de Vila Real – é a casa onde habitaram os Marqueses de Vila Real, motivados por quem muitos nobres construíram as suas mansões no concelho e que caíram em desgraça quando tomaram parte na conjura contra D. João IV, em 1641. Na fachada podem ver-se ainda as ameias e a janela geminada, em estilo manuelino.

    Vila Real - Casa dos Marqueses de V. Real

    - Capela da Misericórdia – foi construída em 1532, por D. Pedro de Castro. Mantém a aparência exterior, mantendo-se, na fachada, o pórtico em arco de volta perfeita, ladeado por colunelos que se pensa serem já do séc. XVII. No interior tem quatro retábulos de talha barroca, nas paredes laterais – pensa-se que dois deles tapam outros, anteriores, de granito dourado, valiosos devido à origem maneirista, que é rara naquela região.

    Vila Real - Capela da Misericórdia

    - Igreja de S. Pedro – foi construída em 1528 e é dos mais importantes edifícios religiosos do estilo barroco, na cidade, pelas alterações que foram introduzidas no séc. XVIII. A destacar há os azulejos da capela-mor, os painéis do teto e a própria fachada, com duas imponentes torres sineiras.

    Vila Real - Igr. de S. Pedro

    - Igreja de S. Paulo ou Capela Nova – fica no centro histórico de Vila Real e foi mandada construir pela irmandade de S. Paulo, em 1639, tendo como arquiteto, pensa-se, Nicolau Nasoni. É tipicamente barroca, com frontaria muito trabalhada e, no interior o altar mor e capelas laterais com talha dourada e azulejos, estes representando a vida de S. Pedro e S. Paulo.

    Vila Real-Igr. de S. Paulo ou Capela Nova

    - Igreja do Senhor do Calvário – foi construído em 1680, pela Ordem Terceira de S. Francisco. Foi posteriormente modificado, com o acréscimo, no séc. XIX, da sacristia e da Torre sineira. No mesmo século ou início do séc. XX, a frontaria foi forrada com azulejos, outra das modificações.
    Todos os anos, em Julho, tem lugar a procissão do Sr. do Calvário, expoente da Fé dos vilarealenses. Do adro da Igreja pode beneficiar-se de uma paisagem deslumbrante.

    Vila Real - Igr. do Sr. do Calvário

    - Casa dos Brocas – é uma casa senhorial construída pelo avô de Camilo Castelo Branco, com uma lápide, na fachada, que evoca o escritor, um dos mais notáveis romancistas portugueses.

    Vila Real - Casa dos Brocas

    - Casa de Carvalho Araújo – a casa fica na Rua Camilo Castelo Branco – aqui viveu este heróico marinheiro, morto ao por o seu navio entre um submarino alemão e o vapor S. Miguel, que seguia repleto de passageiros.

    Vila Real - Casa de Carvalho Araújo

    - Capela de S. Brás – foi construída no séc. XIII, eventualmente a primeira sede paroquial da cidade. Nela estão as sepulturas de ilustres de Vila Real – João Teixeira de Macedo, fidalgo da Casa Real e Lourenço Viegas, “O Espadeirto”, companheiro de D. Afonso Henriques. A Capela é românica e Monumento Nacional.
    Nos dias  2 e 3 de fevereiro, todos os anos, realiza-se a festa de S. Brás em que, tradicionalmente, os rapazes oferecem às raparigas a “gancha” – doce tradicional que é somente um rebuçado em forma de báculo.

    Vila Real - Capela de S. Brás

    - Igreja de S. Dinis – é originalmente de linhas simples, sem grande ornamentação, estilo românico. No entanto sofreu consideráveis alterações, ao longo dos tempos.
    Esta Igreja de S. Dinis era já referenciada, no ano de 1297, altura em que havia uma outra capela, acoplada a esta, embora pertencente a outra paróquia. No interior existe uma imagem de Nª Srª a Branca, que encimava o pórtico da muralha da vila primitiva.

    Vila Real -Igr. de S. Dinis

    - Igreja do Convento de S. Domingos e Sé de Vila Real – foi mandada construir como parte do Convento do mesmo nome, no séc. XV, por ordem dos frades de S. Domingos, de Guimarães. O estilo predominante é o românico, embora existam elementos góticos. Na fachada tem as imagens de S. Domingos e S. Francisco de Assis. A Torre foi acrescentada no séc. XVIII e, no séc. XIX, um incêndio fez perder todo o património que existia no interior da igreja. A última intervenção na igreja foi feita entre os anos de 2001 e 2005, altura em que foram colocados os vitrais.

    Vila Real - Sé de V. Real

    - Arquivo Municipal de Vila Real

    Vila Real - Arquivo Municipal

    - Biblioteca Municipal, onde funciona também o Grémio Literário

    Vila Real - Biblioteca Municipal

    - Museu de Arqueologia e Numismátic
    a

    Vila Real - Museu Arqueologia e Numismática

    - Museu do Som e da Imagem

    Vila Real - Museu do Som e Imagem

    - Museu da Vila Velha

    Vila Real - Museu da Vila Velha

    - Teatro de Vila Real

    Vila Real - Teatro de Vila Real

    - Jardim da Carreira
    – foi criado no séc. XVIII, como um espaço público de lazer, na altura arborizado com árvores trazidas do Gerês. Já no séc. XIX foi acrescentados a taça e o coreto e plantadas novas árvores que formaram a “avenida das tílias”. É uma área muito querida dos vilarealenses

    Vila Real - Jardim da Carreira

    - Parque do Corgo – fica nas margens do rio Corgo, tem uma área considerável, onde estão instalados equipamentos desportivos e de entretenimento

    Vila Real - Parque do Corgo

    Freguesia de Arroios
    - Quinta do Sobreiro
    - é uma das que mais interesse tem no conjunto arquitetónico, de que constam também as casas da Quinta Grande, da Quinta de Vilalva e da Quinta do Paço

    Freguesia de Folhadela
    - Igreja Matriz de Folhadela – foi construída no séc. XV. Mantém ainda, da construção primitiva, a cachorrada dos beirais quase completa, a capela-mor, a pia batismal e a torre sineira

    Vila Real - Igr. Matriz de Folhadela

    - Casa de Folhadela 
    - Quinta de Prados
    – está ocupada hoje pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
    - Jardim Botânico da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – tem uma das coleções vivas mais importantes de Portugal, de cerca de 1000 espécies, num variado conjunto paisagista devidamente arquitetado, no interior do campus universitário

    Vila Real - Jardim Botânico da Universidade -Folhadela

    - Igreja de Stº Jacobo – no lugar de Vila Nova, foi doada por D. Afonso Henriques a Fernando Garcia, quando tinha ainda o nome de Igreja de Santiago de Vila Nova.

    Freguesia de Guiães
    - Casa dos Silveiras
    - D. Sancho I, que lhe deu foral em 1202 mandou povoar esta freguesia, onde várias famílias possuíam as suas casas e propriedade. Esses solares, como a Casa dos Silveiras , enriquecem o património da freguesia.

    União das Freguesias de Constantim e Vale de Nogueira
    - Santuário de Panóias – é o mais antigo santuário rupestre da Península Ibérica. É também único no Mundo porque as pedras têm inscritas todos os elementos relativos à sua construção – quem construiu, as divindades honradas e quais os rituais que lá tinham lugar. Data de finais do séc. II-início do séc. III d.C. e é constituído por três grandes fragas em que foram abertas cavidades de tamanhos diferentes, onde eram feitos os sacrifícios de animais – numa cavidade eram mortos os animas, na outra ficava o sangue e na outra eram queimadas as vísceras. O Santuário foi consagrado ao deus Serapis, o mais importante dos deuses do inferno e também aos deuses Lapitae, comunidade local, na época.

    Vila Real -Santuário de Panóias-Constantim e Vale de Nogueiras

    Freguesia de Mateus
    - Palácio de Mateus – foi construído no séc. XVIII, pelo arquiteto Nicolau Nasoni, sendo um dos mais representativos do estilo barroco na região. No interior, numa área especial, rodeada por jardins, são guardadas peças valiosas, de diferentes épocas e tipos – mobiliário, de decoração. Paramentos, documentos, a biblioteca, com uma edição especial d’Os Lusíadas, do séc. XIX.
    Do conjunto arquitetónico faz ainda parte a Capela em honra de Nª Srª dos Prazeres e o “espelho de água” à entrada

    Vila Real - Palácio de Mateus

    Freguesia de Parada de Cunhos
    - Igreja de S. Cristóvão
    - Capelas de S. João, Nª Srª da Ajuda e de Nª Srª da Luz

    União das Freguesias de Pena, Quintã e Vila Cova

    - Necrópole de S. Miguel da Pena - é um conjunto de quatro sepulturas antropomórficas, escavadas num afloramento rochoso

    Vila Real - Necrópole de S. Miguel de Pena

    União das Freguesias de S. Tomé do Castelo e Justes
    - Igreja de S. Tomé do Castelo

    Freguesia de Torgueda

    - várias casas solarengas como a Casa de Tuizendes e a Casa da Granja – a freguesia era já referida no séc. XII, pelas famílias que a habitavam

    União das Freguesias de Adoufe e Vilarinho da Samardã
    - Adoufe
    era também já referida no séc. XIII e habitada por famílias importantes, na altura. Vilarinho de Samardã, também referenciada na mesma altura, foi onde Camilo Castelo Branco passou dois felizes anos da sua vida.

    Freguesia de Vila Marim
    - Torre de Quintela
    – esta Torre pertenceu ao Conde de Vimioso, tal como consta de documento de finais do séc. XVII, em que são registados os foros e prazos recebidos pelo senhor da Torre, tal como dizia também a restante composição da propriedade, em construções e terreno. Das construções faziam parte uma capela em honra de Stª Maria Madalena. No início do séc. XX foi considerada a sua destruição o que não aconteceu por ser muito caro desmontar todas as pedras, para que fossem aproveitadas. Foi depois, em 1910, classificada como Monumento Nacional e posteriormente restaurada. Há que referir que a Torre de Quintela era referida nas Inquirições de D. Afonso III, em 1258.

    Vila Real - Torre de Quintela - Vila Marim

    PARQUE NATURAL DO ALVÃO - é uma área protegida possuidora de “vasto património natural e cultural, que resulta na existência de imensos locais de grande interesse, para quem gosta do contacto direto com a natureza”.
    Os pontos de interesse, na parte inserida no concelho de Vila Real são:
    - Lamas de Ôlo - povoação com algumas casas cobertas de colmo, e com o seu moinho e tosco aqueduto, sobranceiros à aldeia;
    - barragens Cimeira e Fundeira, de onde se avista os cumes do Alvão e do Marão;
    - o caos granítico das Muas/Arnal, zona de beleza áspera e serrana;
    - percurso entre Agarez/Arnal, com vista spara a cidade de Vila Real, a serra do Marão e o planalto transmontano, para este
    - Ribeira de Arnal, com queda de água e um formoso moinho, na estrada Agarez - Galegos da Serra.
    - Miradouros de Lamas de Ôlo, de Arnal e da Fervença

    Vila Real - Parque Natural do Alvão

  • Gastronomia

    A gastronomia de Vila Real é rica e saborosa. Como pratos típicos, podemos encontrar as tripas aos molhos (foto abaixo), o cabrito assado com arroz de forno, a vitela (Maronesa) assada, joelho da porca, costoletinhas em vinha de alhos, lombelo de maronês com açorda de repolgas (espécie de cogumelos). Há também grande variedade de pratos de bacalhau, como o com broa, filetes de pescada, arroz de polvo com filetes do mesmo, enfim é só escolher… Também os enchidos da região e a bola de carnes são bons, merecem ser apreciados.

    Vila Real - Arroz de polvo e filetes   Vila Real - Tripas aos molhos

    Na doçaria, a variedade é considerável, com os pitos de Santa Luzia – "inventados" por uma freira bastante gulosa a quem a Madre Superiora proibira de comer doces – consta de doce de abóbora envolto numa base de massa, e que se assemelhavam aos pachos de linhaça que eram colocados, na altura, aos doentes com problemas nos olhos… assim a freira iludia a Madre e satisfazia a gula.
    Docinhas q.b. são também as cristas de galo, pastel recheado de doce de ovos, as covilhetes, os cavacórios e as ganchas. O Toucinho do Céu e arroz doce também dão a sua contribuição à gastronomia da região.

    Vila Real - Pitos de Stª Luzia         Vila Real - Cristas de Galo

    Vila Real - Ganchas

    Na vizinhança do Douro e à beira do Corgo, com as condições especiais de terreno e clima, o concelho de Vila Real tem também uma boa produção de vinhos, o mais famoso dos quais é o Mateus Rosé, conhecido pelo Mundo fora.

     

  • Feiras, Festas e Romarias

    CIRCUITO DE VILA REAL – é dos mais antigos circuitos urbanos, tendo sido iniciado em 1931 e considerado, por muitos pilotos, o “melhor circuito urbano do Mundo”. Teve o seu apogeu nos anos 60/70, em que se verificou a participação dos mais importantes pilotos internacionais, que eram Stirling Moss, David Pipper e John Miles, entre outros. As provas foram interrompidas em 1991, voltaram entre 2007 e 2010.
    Regressou depois, em 2014 e foi novamente internacionalizado em 2015, integrado no Campeonato Mundial de Carros de Turismo, com provas confirmadas para os próximos 3 anos.

    Vila Real - Circuito internacional

    Aqui se pode ver o cartaz da prova, em 1952, com o patrocínio do Automóvel Club de Portugal

    Vila Real - Circuito internacional-ACP

    - Festa do Pito
    – 13 de dezembro – Vila Real (festa destinada a dar a conhecer as tradições e a gastronomia)

    Vilas Real - Festa do Pito
    - Festa de S. Brás - 2 e 3 de fevereiro – Vila Velha – é tradicional os rapazes oferecerem às raparigas a “gancha”(doce local , que é rebuçado em forma de báculo). Elas retribuem com o pito (pastel recheado com doce de gila ou abóbora), no dia de Stª Luzia
    - Festa de S. Lázaro – domingo anterior ao de Ramos – Vila Real
    - Procissão do enterro do Senhor 6ª Feira Santa – Vila Real
    - Festa de S. Bento – 14 e 15 de Maio – S. Tomé do Castelo
    - Festa de Nª Srª de Guadalupe – 2º domingo de maio – Mouçós
    - Festas da Cidade e de Santo António – 13 de Junho – Vila Real, inclui Feira do Gado Maronês e Concurso Nacional de Gado Maronês
    - Festa de S. João - 23 de Junho – Vila Real
    - Festa de S. Pedro / dos Pucarinhos – 28 e 29 de junho – encerra as festas do mês e tem, como ponto alto, a feira de artesanato, com os barros de Bisalhães (negros) e os linhos de Agarez e Mondrões

    Vila Real-Festa de S. Pedro e do Pucarinho

    - Procissão do Calvário – 2º domingo de julho – Vila Real
    - Festa de Nª Srª da Guia – 2º domingo de agosto – Abaças
    - Festa de Nª Srª de Almodena – 7 e 8 de setembro – Vila Real
    - Festa de Nª Srª da Pena – 2º domingo de setembro – Mouçós (cada ano a festa é organizada por um lugar diferente da freguesia)
    - Festa de Stª Luzia - 13 de Dezembro – Vila Nova, Carrazeda e Ermida

  • Acessos e Distâncias
    LISBOA  395 km PORTO   99 km
    Aveiro  157 km Guarda  171 km
    Beja  529 km Leiria  250 km
    Braga  104 km Portalegre  354 km
    Bragança  119 km Santarém  327 km
    Castelo Branco  266 km Setúbal  429 km
    Coimbra  181 km Viana do Castelo  160 km
    Évora  452 km Vila Real     0 km
    Faro  630 km  Viseu   97 km
  • Itinerários Possíveis

    Itinerário 1 
    Vila Real (A) – Lamas de Ôlo (B) – Arnal (C) – Folhadela (D) – Parada de Cunhos (E) – Vila Real (F)
    Visita de Vila Real, do seu património, como do das freguesias e lugares indicados. Para além do património, a paisagem e a gastronomia merecem atenção.

    Total de km – 46 km
    Tempo de percurso – 1 hora e 21 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

     Vila Real - Itinerário 1

    Itinerário 2
    Vila Real(A) – Mateus (B) – Constantim (C) – S.Tomé do castelo (D) – Vilarinho deSamardã (E) – Vila Real (F)
    Como o anterior também este itinerário passa pelas indicadas freguesias de Vila Real, cujo património, merece visita demorada, para aproveitar, simultaneamente, a paisagem, o bom ar e a boa gastronomia.

    Total de km
    – 50 km
    Tempo de percurso – 55 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Vila Real - Itinerário 2


    Itinerário 3
    Vila Real ( A) – Vale de Nogueiras (B) – Pena (C) – Torgueda (D) – Vila Real (E)
    Apreciar o património e a paisagem deste itinerário, desfrutando também da gastronomia local.

    Total de km – 42 km
    Tempo de percurso – 53 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Vila Real - Itinerário 3

    Itinerário 4
    Vila Real (A) – Adoufe (B) – Vila Marim (C) – Quintela (D) – Vila Real (E)
    Apreciar o património e a paisagem deste itinerário, especialmente a Torre de Quintela. Desfrutar também da gastronomia local.

    Total de km – 25 km
    Tempo de percurso –34 minutos, só o tempo de condução
    Estradas – por estradas nacionais e municipais

    Vila Real - Itinerário 4

  • Parceiros ACP

    PARCEIROS ACP
    Abaixo estão os links para todos os parceiros existentes no Distrito e Concelho de Vila Real, e que oferecem descontos aos sócios, mediante a apresentação do cartão de sócio.


    - Hotéis
    - Solares 
    - Turismo Rural
    Restaurantes

     

     

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